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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Eleições no RN; qualquer prognóstico é puro chute

As eleições para governador no Rio Grande do Norte atingiu um ponto que fazer qualquer prognóstico às vésperas do pleito é puro chute. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que disputa o cargo pelo PMDB, e que vinha liderando as pesquisas de intenção de voto começou a decrescer e o seu principal oponente Robinson Faria (PSD) encostou nele a ponto de se ter agora um empate técnico com projeções de segundo turno.

No entanto, prevê qualquer resultado agora seria puro exercício de imaginação. A esta altura tanto pode dar Henrique Alves como vencedor do pleito já no domingo (5) como Robinson Faria ou até mesmo um eventual segundo turno como se cogita. A verdade é que Henrique está pagando um preço alto pelo acordão que fez reunindo em seu palanque os caciques da política papa-jerimum e tendo como sua candidata ao Senado, Wilma de Faria (PSB), que sempre fez oposição aos Alves e quando numa época não tão remota assim, quando prefeita de Natal, assumiu o compromisso de apoiar Henrique para o governo e depois recuou, sendo ela mesma a candidata e vencendo o candidato dos Alves, Fernando Freire (PMDB). Não só isso, além do acordão que o povo considera abobinável, Henrique Alves tem um índice de rejeição que o faz “brigar” com ele mesmo.

Robinson, por sua vez, que parecia um Uno 1.0 subindo uma ladeira e ainda por cima com o ar-condicionado ligado, cresceu e já está a frente de Henrique, segundo pesquisa Seta/Nominito.com divulgada nesta sexta-feira (3). É verdade que se levar em consideração a margem de erro existe empate técnico. Mas também é verdade que Robinson, apesar do crescimento lento se beneficiou dos altos índices de rejeição de Henrique e,claro, do discurso contra o acordão. Pensar diferente é não querer enxergar a realidade da política papa-jerimum.

Fato inconteste é que a eleição para governador se tornou uma verdadeira “corrida de cavalo”, onde o favorito começou a perder forças e o “azarão” iniciou a sua virada na reta de chegada. Quem apostar no favorito, portanto, corre o risco de perder. E quem apostar no “azarão” corre o risco de sair vitorioso.

Mas como cabeça de juiz, bunda de bebê e urna de eleição a gente nunca sabe o que vai sair de dentro, vamos aguardar a apuração e certamente, se tudo correr nos conforme, por voltas das 21h do domingo já se saberá se haverá segundo turno ou não no Rio Grande do Norte.

Senhores, façam suas apostas. Eu arrisco um segundo turno.

A conferir!

 

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