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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
`Esqueçam o que eu disse!´
Que campanha propositiva que nada. Agora é ou tudo ou nada. Esse deverá ser o tom da campanha em segundo turno no Rio Grande do Norte.
Recordo agora um texto da assessoria do candidato a governador do Rio Grande o Norte, presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB), no início de setembro, faltando menos de 30 dias para a eleição em primeiro turno que dizia o seguinte:
– Em tom de desabafo, diante de cerca de 400 amigos engajados na sua eleição, o candidato do PMDB ao Governo do Estado, Henrique Alves, pregou a paz e o fim do radicalismo na reta final da campanha em evento realizado nesta segunda-feira (8), no Espaço Versailles, no Tirol. Lembrou de sua trajetória política, ressaltou a união que construiu em prol do desenvolvimento do Rio Grande do Norte e garantiu: não vai entrar na provocação dos adversários.
“O branco que visto hoje é para simbolizar a paz. Os adversários podem ficar tranquilos que vou respeitá-los até o final da campanha. Um dos aprendizados que eu tive ao longo de 44 anos de vida pública é que só fala mal dos outros, quem não tem nada de bom para falar de si mesmo”, desabafou Henrique, que estava acompanhado da candidata ao Senado, Wilma de Faria (PSB), de familiares, políticos que o apoiam e vários amigos.
Relembrado isto, ontem, ao ler um artigo do seu sogro, jornalista Cassiano Arruda em sua coluna no Novo Jornal, em que dizia que “daqui pra frente não dá mais para ficar esperando por mais nada”, e de que “o pau que bate em Francisco é o mesmo que dá em Chico, julgo que Henrique Alves dará uma de Fernando Henrique Cardoso, ou seja, “esqueçam o que eu disse”.
Sim, porque ao mudar o seu marketing – que diga-se de passagem o levou a vitória no primeiro turno – o que se observa é que Henrique Alves, que só resolveu radicalizar no final, não ficou nada satisfeito com as orientações que lhe foram passadas e contratou um marqueteiro da Bahia, que pelo visto deve vir com um tempero baiano, daqueles bem apimentados, para o segundo round da eleição no Rio Grande do Norte.
E deverá ser bem no estilo do secretário de Comunicação do governo Collor, jornalista Claudio Humberto, ou seja, bateu, levou!
A conferir!
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