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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Está certo o tenente Styvenson

O tenente da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e coordenador da Operação Lei Seca, Styvenson Valentim, cumpre o seu dever quando monta as suas blitze para punir os infratores de trânsito que insistem em dirigir alcoolizado. O natalense é que está mal acostumado com isso. Eu mesmo faço uma mea culpa. Quantas e quantas vezes bebi e dirigi colocando em risco a mim e a minha família. Acho que deve existir tolerância zero com relação a este assunto.

As pessoas, em sua grande maioria, não aceitam ficar paradas nas blitze e aí reclamam das operações coordenadas pelo tenente Styvenson. Ele cumpre o seu dever e como tal tem que ser exigente no cumprimento da lei. Não importa se quem está ao volante é um zé ninguém ou o filho do governador (a). Se quem está ao volante é um jovem ou um idoso. Bebeu, meu caro, tem que fazer o teste do bafômetro.

Outra: como o tenente Styvenson pode saber se quem está parado na fila do bafômetro bebeu ou não? Só mesmo o teste pode provar. Daí a ignorância das pessoas. Ah, eu não bebi porque tenho que ser parado. Tá escrito na testa por acaso que ela não bebeu?

O que me irrita é a hipocrisia das pessoas. Se o policial segue a risca a lei está abusando da autoridade. Se não segue a risca é criticado. Infelizmente a humanidade é podre.

Como cidadão e jornalista devo dizer que apoio o tenente Styvenson. Acho que estas operações têm que continuar, sobretudo agora no verão quando há um aumento no consumo de bebida alcoólica.

E se o governador eleito Robinson Faria quer mesmo dar prioridade a segurança pública, o combate a violência no trânsito tem que está inserida nessa proposta. E Styvenson, a meu ver, tem que continuar como coordenador da Operação Lei Seca no estado.

Natal não é mais uma província onde um filhinho de papai fazia o que queria e ficava por isso mesmo. A cidade cresceu recebendo pessoas de diferentes estados e de diferentes comportamentos. Há necessidade de avançarmos, sobretudo, no que diz respeito a educação, literalmente falando. O respeito ao próximo tem que está em primeiro lugar.

Quando o tenente Styvenson impõe rigidez em suas blitze ele está respeitando o próximo, porque muitas vezes um cidadão se torna vítima do trânsito devido a um irresponsável que tomou todas e saiu dirigindo sem respeitar as leis do trânsito. E quando se perde um ente querido ou esse ente querido fica mutilado devido a um acidente de trânsito que sequer foi causado por ele, a culpa é de quem? Do irresponsável, é claro. Mas também porque não havia uma fiscalização rígida. Agora há. Não temos, portanto, que reclamar!

Concluo dizendo que torço muito para que o tenente Styvenson permaneça a frente da Operação Lei Seca no próximo governo.

A conferir!

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