O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Hermano será o candidato governista e Carlos Eduardo o da oposição
Já falei isso aqui neste espaço em outras oportunidades e volto a repetir. Posso está equivocado, mas o deputado Hermano Morais (PMDB) será o candidato governista à sucessão municipal em Natal: Por dois motivos: O primeiro motivo é que o projeto do deputado Henrique Eduardo Alves de ser candidato a senador em 2014 passa por Natal, maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte. Sendo assim nada melhor do que o PMDB eleger o prefeito da capital potiguar nas eleições municipais de 2014. Segundo motivo: O DEM não tem candidato próprio para prefeito em Natal. Outro; o compromisso do PMDB apoiar em bloco o governo Rosalba Ciarlini (DEM), firmado em Brasília, foi o DEM apoiar o candidato do PMDB em Natal e o PMDB, em contrapartida, apoiar o DEM em Mossoró, segundo maior colégio eleitoral do estado. E onde fica nessa história o tucano Rogério Marinho, também pretenso candidato a prefeito natalense? Não fica, sobrou!
Quanto a oposição, posso dizer que é mais provável que o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), hoje líder nas pesquias de intenção de voto, seja o candidato com o apoio da ex-governadora Wilma de Faria (PSB). Neste caso Wilma indicaria sua filha Márcia Maia para ser a companheira de chapa de Carlos Eduardo Alves. Em 2014, se tudo correr nos conforme, ou seja, Carlos Eduardo sendo eleito novamente prefeito de Natal, pode fazer uma nova dobradinha com Wilma de Faria. Ele saindo candidato a governador e Wilma ao Senado, com as bênçãos do pai dele, deputado estadual Agnelo Alves (PDT), claro. E o vice-governador Robinson Faria (PSD), que rompeu com a governadora, onde ficaria nesta história? No caso da eleição em Natal, certamente o seu partido tentará formar uma bancada de vereadores. No caso das eleições de 2014 Robinson Faria deverá tentar um retorno à Assembleia Legislativa, pois que seu projeto de chegar ao Senado foi por água abaixo.
E o PT? O PT deverá compor o bloco de oposição tentando também fazer um número de vereadores capaz de dar visibilidade ao partido na Câmara Municipal e sustentação política à Carlos Eduardo Alves. Quanto a prefeita Micarla de Souza (PV), deverá ir para o suicídio se tentar a reeleição, pois que nem fazendo neve em Natal no período natalino, como a prefeitura prevê, sentará de novo na giroflex do Palácio Felipe Camarão.
Faço ainda uma observação quanto a Wilma de Faria. Se ela pretende mesmo sair candidata ao Senado, certamente uma eventual candidatura sua a prefeita em Natal poderia prejudicar esse projeto. Por que digo isso? Porque sendo ela candidata não poderá dar atenção aos candidatos a prefeito do PSB no interior do estado. E se ela quer fortalecer o PSB para novos embastes eleitorais, nada melhor do que subir nos palanques dos correligionários. E ainda: Wilma sendo candidata correria o risco de perder a eleição e neste caso estaria aniquilada políticamente.
Observe-se também que se a oposição quer se fortalecer em Natal será preciso uma união entre os partidos. Digo: PT, PSB, PCdoB e agora o PSD, de Robinson Faria. E, claro, o nome a ser escolhido para ser o candidato oposicionista deverá ser o que estiver melhor posicionado nas pesquisas. Neste caso, Carlos Eduardo Alves. A regra na política determina isso. Do contrário, é jogar pra perder. Ah, não custa lembrar que as eleições em Natal sempre foram marcadas pela bipolarização. A conferir!
Deixe uma resposta