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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Kailash Satyarthi, Prêmio Nobel da Paz, conhece bem o Brasil
– Quando você fala do Brasil, você pode ver a minha cara. É como a minha segunda casa. Eu amo o país, eu amo o povo. Alguns dos meus melhores amigos são brasileiros. Eu acho que o Brasil é um bom exemplo. É um modelo que pode ser replicado. A iniciativa da Bolsa Escola é muito interessante, tira as crianças do trabalho e coloca elas na escola. Há muitos esforços que precisam ser integrados: educação, luta contra o trabalho infantil, saúde, tudo pode ser convertido em um único esforço. Como o Bolsa Família, que pode ser utilizado em outros países, diz Satyarthi.
A fala de Kailash Satyarthi foi ao ar ontem no Fantástico, numa entrevista a repórter Poliana Abritta, que estreava como a nova apresentadora do programa. Me reporto a fala do Prêmio Nobel da Paz porque ele citou o Bolsa Família no combate, por exemplo, ao trabalho infantil e que poderia ser levado a outros países. Enquanto alguns brasileiros consideram o programa Bolsa Família meramente eleitoreiro – mas duvido que algum outro governo que não seja do PT tenha um dia a coragem de acabar – o Prêmio Nobel da Paz o considera um exemplo.
É como disse o cantor e compositor Zeca Baleiro: “Um governo comprometido socialmente deve dirigir o olhar primeiramente aos desfavorecidos, aos excluídos do jogo social, isso é óbvio. Uma das frases feitas que mais me indignam neste pobre debate político é a máxima hipócrita de que é melhor ensinar a pescar do que dar o peixe. Ora, como ensinar a pescar um sujeito devastado pela fome e pela doença?”
Tanto o Prêmio Nobel da Paz como Zeca Baleiro têm razão.
O problema do Brasil, me parece, não é a corrupção, não é a inflação, não é o desemprego. O problema do Brasil, está claro, são as elites que não aceitam o crescimento social. Segundo Baleiro, e aí tenho que concordar novamente com ele, “outro argumento usado à exaustão é o da corrupção nos governos petistas, e não podemos nos enganar – todos os partidos, quando ocupam o poder, caem em tentação para a nossa desgraça. A diferença básica neste Fla-Flu de corruptos é que os do PSDB seguem impunes, os do PT nem tanto. Só a punição exemplar desses bandidos somada à vigilância social mais ferrenha poderá fazer banir esta “cultura da corrupção” que hoje impera no país ou ao menos reduzir os seus índices”.
Portanto, tanto faz ser PT o governo, como PSDB, ninguém se iluda, a corrupção vai continuar, infelizmente. A vantagem do PT, aí, é que avançou no campo social e as elites não aceitam isso, daí pregarem o impeachment da presidenta Dilma e até mesmo um golpe militar, o que, convenhamos, está fora de propósito.
A conferir!
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