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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Lobão não foi embora do país, mas foi embora do ato anti-Dilma
Pode parecer ironia, mas é verdade. A Folha online afirma neste sábado (15), que o cantor e compositor Lobão – aquele mesmo que durante a campanha causou polêmica ao dizer que deixaria o país caso Dilma fosse reeleita, mas voltou atrás após a vitória da presidenta – abandonou o ato anti-Dilma diante do pedido de intervenção militar feito através de um carro de som do MBR (Movimento Brasileiro de Resistência)
De acordo com a página online do jornal paulista, Lobão, que vestia uma camiseta com os dizeres “Democracia”, afirmou a participantes da manifestação que não concorda com reivindicações que fazem referência à volta do regime militar no Brasil.
Lobão teria também se queixado na sua conta do twitter daqueles que regam a volta da Ditadura.
– Cilada infame! Eu chego no Masp (Museu de Arte de São Paulo) e a primeira coisa que vejo é um mega caminhão com um cartaz com os dizeres “Intervenção Militar Já!”Palhaçada!
E completou:
– Um monte de gente indo embora desapontadíssima com essa invasão de cretinos da extrema direita.
Ah, que bom que Lobão teve repentinamente um surto de lucidez. Antes tarde do que nunca.
Não sou contra os protestos, isso faz parte da democracia que agora uns querem retroceder. Esse tipo de protesto, esquecem os “cretinos da extrema direita”, como bem se pronunciou Lobão, jamais poderia ser feito num regime ditatorial.
É preciso segurar os radicais.
É como afirmou em artigo o jornalista Celso Lungaretti publicado no site Congresso em Foco:
– O que se pretende, em última análise, é colocar em xeque a permanência de Dilma Rousseff na Presidência da República.
Então, todo cuidado é pouco. Se isto virar campanha de rua, poderá crescer como bola de neve e começaremos a flertar com o pior retrocesso possível e imaginável: um novo 1964.
A conferir!
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