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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Maia não tem porque agradecer a Nascimento pelos “feitos” ao RN
O deputado João Maia (PR-RN) divulgou nota lamentando a saída do ex-ministro Alfredo Nascimento do Ministério dos Transportes acusado por denúncias de corrupção no órgão e aproveitou para agradecer os “feitos” que Nascimento, enquanto ministro, teria feito pelo Rio Grande do Norte.
Segundo Maia, “o ministro Alfredo Nascimento, norte-riograndense de nascimento, sempre foi um amigo correto e leal do nosso estado. Prova disso é que todas as estradas federais do Rio Grande do Norte, sem exceção, estão recuperadas e, quem as trafegam, é testemunha deste fato. O ministro ajudou a realizar projetos que eram sonhos para o Rio Grande do Norte. Para citar alguns exemplos, destacamos: Complexo da abolição em Mossoró; BR 110, ligando Mossoró/Upanema/Campo Grande; Contorno Rodoviário de Caicó; Conclusão da BR226 até Pau dos Ferros; entre outros. O Partido da República do Rio Grande do Norte lamenta a sua saída e considera uma grande perda para o Brasil e, principalmente, para o nosso Estado.
Acreditamos na honestidade e no compromisso do homem público que é Alfredo. O tempo e a justiça irão comprovar nossa convicção”.
Não há porque João Maia agradecer a Alfredo Nascimento. O que o ex-ministro dos Transportes fez pelo Rio Grande do Norte foi obrigação não favor. Aliás, algumas das obras foram feitas com recursos de emendas parlamentares.
João Maia poderia até agradecder ao ex-ministro por indicações de apadrinhados políticos na direção do Dnit no Rio Grande do Norte. Mas nem isso seria possível, porque os apadrinhados não corresponderam e tiveram que deixar o órgão também acusados de corrupção, como ocorreu nacionalmente.
Portanto, João Maia não tem porque agradecer a Alfredo Nascimento pelos “feitos” ao Rio Grande do Norte.
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