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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Mineiro pode sair ganhando com a judicialização do pleito
Diante do resultado desfavorável ao pré-candidato a prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), que teve as contas relativas ao final de seu mandato como prefeito da capital potiguar, ainda em 2008, reprovadas pelo Plenário da Câmara Municipal, tornando-o inelegível, o processo sucessório, como já cogitava-se, será judicializado, pois que Carlos recorrerá da decisão do Executivo. E quem mais ganhará com isso?
Arrisco um palpite:
O deputado Fernando Mineiro, pré-candidato pelo PT à sucessão da prefeita Micarla de Sousa (PV). Isso, claro, em se tratando dos partidos de esquerda, pois que resta a estes partidos essa única candidatura capaz de aglutinar as legendas de oposição. A ex-governadora Wilma de Faria (PSB), jogou a toalha. Desistiu de um projeto que sequer era seu, mas, mais por parte da militância do PSB, ou seja, de que Wilma voltasse a prefeitura de Natal, pois que já foi prefeita em três outras ocasiões. Já disse e continuo a repetir: O projeto de Wilma é chegar ao Senado em 2014.
Outra: A “guerreira”, como é chamada, não tem clima para uma disputa majoritária neste momento. É ré na “Operação Sinal Fechado” e o Ministério Público Federal acaba de pedir a condenação de seu filho, advogado Lauro Maia por formação de quadrilha, corrupção passiva, tráfico de Influência, colaborar na prorrogação indevida de contrato – por duas vezes, tudo isso na Secretaria Estadual de Saúde, época em que sua mãe era governadora do estado. O MPF pede a condenação do filho de Wilma com base nas investigações que foram realizadas na Operação Higia.
Se Wilma voltar atrás e sair candidata, vai parecer que estava mesmo trabalhando nos bastidores para que Carlos fosse derrotado liberando a bancada de seis vereadores na Câmara – três dos quais votaram favoráveis a desaprovação das contas – para que o pedetista fosse derrotado. Não acredito nessa possibilidade. Seria uma traição a Carlos Eduardo Alves, até porque ele vai tentar ainda ser candidato.
Portanto, entendo que o plano B dos partidos de esquerda agora, pelo fato novo que se apresenta na sucessão municipal em Natal, é reiniciar as conversas com o petista Fernando Mineiro. Não que necessariamente isso signifique que a candidatura de Carlos já está descartada, mas seguro morreu de velho. É como disse o jornalista Diógenes Dantas em sua análise hoje no portal Nominuto.com: “Para ter o direito de concorrer à prefeitura de Natal mais uma vez, Carlos Eduardo Alves terá de provar que não cometeu ato doloso de improbidade administrativa. Se ele convencer o Judiciário que não houve dolo, deve concorrer. Na pior das hipóteses, sub júdice. A conferir!
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