O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O grande desafio da “guerreira Wilma”
Nunca na história política da vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB), ela teve um desafio tão grande quanto este que poderá ter nas eleições de 2014 no Rio Grande do Norte. Em primeiro lugar empatado tecnicamente com o ministro Garibaldi Alves (PMDB) para o governo do estado, segundo a última pesquisa de intenção de voto divulgada dias atrás, Wilma se ver num dilema: sair candidata ao governo ou ao Senado sem apoio de nenhum grupo político. Sim, porque até o vice-governador, Robinson Faria (PSD), candidato declarado a governador dará apoio a reeleição da presidenta Dilma Ruosseff (PT), hoje adversária política do PSB do governador Eduardo Campos (PE), que tenciona sair candidato a sucessão presidencial.
Wilma, portanto, nestas condições está sem um palanque forte para concorrer a um dos cargos majoritários: governo ou Senado. Uma aliança com o PMDB dos Alves só se for na chapa proporcional, cabendo a “guerreira” uma candidatura à Câmara dos Deputados. Uma saída honrosa por sinal e proveitosa para Wilma do ponto de vista político-eleitoral e até financeiro. Sim, porque na chapa majoritária o PMDB deve fazer aliança com o PT, sendo a deputada federal Fátima Bezerra (PT) candidata ao Senado. A menos que na chapa majoritária o PMDB não respeite a verticalização. Pouco provável, até porque Garibaldi é um auxiliar da presidenta e não ficaria bem os peemedebistas preterirem Fátima Bezerra em prol de Wilma de Faria.
No caso do PSD, de Robinson, da mesma forma uma aliança agora fica difícil. Como Robinson explicaria a presidenta que teria em seu palanque uma candidata ao Senado que apóia a candidatura de Eduardo Campos? difícil acreditar numa aliança entre os dois. O que sobra a Wilma, então? Diria que uma candidatura à Câmara. Melhor pra ela e melhor para o PSB do Rio Grande do Norte que poderia levar a efeito não só a eleição de Wilma, mas também a da deputada Sandra Rosado, candidata a reeleição e a mais um outro nome.
Em todo caso o título deste Editorial é sugestivo; o grande desafio da “guerreira Wilma”. E por que digo isso? porque sem dúvida nenhuma uma candidatura majoritária de Wilma de Faria nas eleições de 2014, seja pra o governo do estado ou para o Senado, será sim um teste para o seu capital eleitoral, pois que uma candidatura majoritária não se faz sem uma aliança forte e lastro financeiro. A menos que Eduardo Campos apostando na eleição de Wilma ao governo ou ao Senado banque sua candidatura.
Mas como tudo se decide nos gabinetes fechados em Brasília, tudo é possível na política. Só uma coisa a acrescentar: um acordão seria uma coisa abominável pelo eleitor. A conferir!
Deixe uma resposta