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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

O MP e a “celeridade” da Justiça

O Ministério Público quando investiga um caso e que apura e apresenta à Justiça para recebimento da denúncia o faz com muita rapidez, diga-se de passagem, pelo menos no caso do Rio Grande do Norte. Os meninos do MP estão atentos aos fatos. Já a Justiça não tem tanta celeridade assim, embora no caso da Operação Assepsia – esquema de fraudes na contratação de organizações sociais para gerir unidades de saúde em Natal e em Mossoró – tenha havido uma exceção.

Mas casos como o Foliaduto – contratação de bandas fantasmas pelo governo do estado -, Operação Impacto – esquema de corrupção na Câmara Municipal quando da votação do Plano Diretor de Natal -, Operação Higia – esquema de fraudes em contratos na Secretaria Estadual de Saúde – e Sinal Fechado – esquema fraudulento ocorrido no Detran/RN – envolvendo empresários e políticos do estado, parecem estão adormecidos nos gabinetes de juizes encarregados destes casos. Ou, quando muito, andam a passos de tartaruga.

Em todos estes casos acima o MP já fez a denúncia, inclusive, a Justiça em todos eles acatou e já denominou os réus. Falta, na maioria deles, proceder como o fez agora o juiz José Armando Pontes com a Operação Assepsia, levantar o sigilo da denúncia para que toda a sociedade tenha conhecimento do que ocorria nos bastidores do poder, ou dos poderes, dando nome aos bois e ao que cabia a cada um deles. Nestes casos citados a Justiça não está sendo célere, todos com mais de um ano.

Sei das artimanhas usadas por advogados para levar com a barriga os processos, mas com a agilidade do MP hoje em investigar com provas documentais os escândalos ocorridos, não vejo como a Justiça não ser também rápida. Aliás, cito ainda o escândalo dos precatórios, que maculou a imagem do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte, com dois desembargadores envolvidos, mas que a própria Justiça neste caso foi célere.

A sociedade aguarda com ansiedade o desfecho da Operação Impacto que envolve, por exemplo, alguns vereadores reeleitos nesta última eleição. Aguarda também da mesma forma com ansiedade, o desfecho da Sinal Fechado, que tem como um dos réus a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) eleita vice-prefeita de Natal neste último pleito. Da mesma forma aguarda com ansiedade o desenrolar das operações Higia e do Foliaduto.

O que falta aos juizes encarregados destes casos para divulgar os sigilos das denúncias feitas pelo Ministério Público? O que falta para a conclusão destes processos? O povo quer saber, afinal de contas foram recursos que foram subtraídos do erário público e ao que se sabe ainda não retornaram e nem os culpados foram punidos. Ao contrário, alguns deles continuarão no poder caso a Justiça continue na sua morosidade. A conferir!

 

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2 Responses to Editorial

  1. Ivson Medeiros Cavalcanti disse:

    Amigo Barbosa,

    Seu BLOG precisa de notícias com manchetes GIGANTES e APIMENTADAS, para aquecer mais a informação, e manter seus seguidores. Exemplo: “NÃO HAVERÁ FESTEJOS E NEM DECORAÇÃO NATALINA, MAS HAVERÁ CARNATAL, PROVAVELMENTE COM A VERBA DE APOIO DA PREFEITURA”. Será que nós natalenses vamos chupar também essa manga verde. Esperamos seu grito!!!!!

    • Carlos A. Barbosa disse:

      Muito boa noite, amigo. Até entendo a sua preocupação. Só lembro à vc que o Carnatal é um evento privado. A prefeitura só entra com a infraestrutura de apoio, tipo trânsito, alvará para barracas, iluminação, enfim, os recursos são privados.Outra: A prefeitura tb ganha com os impostos arrecadados dos hotéis, bares e restuarantes, e os próprios alvarás para liberação de barracas. Daí não se poder fazer nada com relação a realização do evento em si. O Natal, não, seria bancado pela prefeitura como shows, decoração, etc.

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