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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O PMDB do RN parece temer as urnas
Ao se fazer uma leitura da entrevista do presidente da Câmara e presidente estadual do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves, concedida ao jornal Tribuna do Norte, de propriedade de sua família, se tem a impressão de que o PMDB do Rio Grande do Norte tem medo das urnas, sobretudo quando se fala em eleição majoritária para o governo do estado. Com dois candidatos em potencial – o próprio Henrique – e o seu primo senador-ministro Garibaldi Alves Filho, o presidente da Câmara disse na entrevista que o seu projeto político é continuar como parlamentar e que respeita a decisão do primo em não querer disputar o governo mais uma vez.
Na entrevista, que chamei de lero-lero em comentário que fiz na minha coluna no portal Nominuto.com, Henrique lembra o personagem interpretado pelo saudoso Sérgio Cardoso na Escolinha do professor Raimundo (Chico Anísio, também de saudosa memória), o Rolando Lero. Henrique falou, falou e falou e nada disse. Rolou mesmo um lero-lero.
Como pode o PMDB do Rio Grande do Norte dizer que o partido terá candidato a governador em 2014 e suas principais lideranças, candidatos em potenciais, dizerem que não querem disputar o pleito? Como pode o presidente estadual do PMDB dizer que a hora não é de se conversar sobre eleições e sim ajudar o governo Rosalba, quando no plano nacional o próprio Henrique já procurou Lula (confira clicando aqui) para falar sobre 2014, com o seu PMDB indicando novamente Michel Temer (SP) para ser o vice de Dilma Ruosseff (PT) no seu projeto de reeleição? Como pode os peemedebistas quererem candidatura própria em 2014 se seus principais líderes não aceitam, sequer, falar sobre isso?
Na mesma entrevista Henrique diz que “o PMDB nunca pediu a ninguém para esperar. Pelo contrário, estamos dizendo que, a meu ver, não é hora do PMDB discutir política eleitoral. Quem achar que nesta hora vai conversar eleição 2014 com o PMDB , ajustando chapa, candidaturas, vai cometer um erro. Essa não é a hora para isso”.
E a conversa com Lula sobre a formação de chapa para 2014, o que foi? Foi um erro?
Outra: a entrevista de Henrique Alves dizendo que “está na hora do conselho político avaliar se houve mudanças no governo” me parece um tanto quanto contraditória, já que ele mesmo afirma na mesma entrevista que “de qualquer modo, o governo precisa ainda conversar mais, interagir”. Não esqueçamos que falta praticamente um ano para as eleições e um governo não melhora da noite para o dia, ainda mais um governo que alcança altíssimos índices de rejeição conforme pesquisas já realizadas. A conferir!
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