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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O povo quer ver Agripino sugerir à Rosalba `atitude política´
Outro dia elogiei em Editorial, como manda o bom jornalismo sempre que se faz necessário, a iniciativa do senador José Agripino Maia (DEM-RN), de propor uma emenda à PEC que trata sobre projetos de iniciativa popular. De acordo com o texto apresentado por Agripino Maia e aprovado pelo Senado, projetos de iniciativa popular ficam proibidos de terem seu andamento interrompido. Ou seja, mesmo com a pauta de votações trancada por uma medida provisória, por exemplo, o projeto continuaria tramitando na Casa.
Pois muito bem: agora é hora do presidente nacional do DEM dá outro exemplo: como bem colocou o colega Diógenes Dantas, “por uma questão de coerência no discurso político, o senador José Agripino Maia ficou obrigado a pedir à governadora Rosalba Ciarlini (DEM), sua aliada histórica, que não dispute a reeleição para fazer o que o Rio Grande do Norte deseja há muito tempo”.
E completou:
– Ontem (16), o presidente do DEM cobrou uma “atitude política” da presidente Dilma:
“O momento grave da economia, que nós estamos vivendo, recomenda uma conciliação nacional, a começar por uma atitude de estadista da presidente Dilma: despir-se da condição de candidata à reeleição e fazer aquilo que o país está querendo. É uma unanimidade diminuir o tamanho do Estado”, disse o senador.
Dito isto, afirmo com toda a certeza que pelo desgaste do governo Rosalba e da própria governadora, com índices de rejeição que ultrapassam os 70%, o eleitorado potiguar, em sua maioria, desejaria que Agripino Maia desse a mesma recomendação que deu à presidenta Dilma Ruosseff, à governadora Rosalba Ciarlini.
Se Agripino Maia fizesse isso mereceria um outro elogio, tendo em vista o desgaste do governo Rosalba. Certamente, por se tratar de uma recomendação de um correligionário e ainda mais presidente nacional do seu partido, a governadora do Rio Grande do Norte, que ainda não se pronunciou se será candidata a reeleição, iria refletir sobre o assunto.
Ou seria o caso de dizer:
‘Por qué no te callas?’, senador!
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