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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

O samba do crioulo doido e a DR do PMDB com Rosalba

Não é de agora que a política do Rio Grande do Norte mais parece um samba do crioulo doido. E quando se fala em aliança partidária, aí então, meu amigo, sai da frente. Nem Freud explicaria. Pois é: ontem a dita base aliada do governo Rosalba se reuniu para uma DR (Discutir Relação). Pois não é que o namoro que parecia frio esquentou e a aliança vai se manter pelo menos até 2014, ano de eleições presidencial e estaduais. E como ficará o PMDB? Continuará a servir a duas Senhoras – Dilma Ruossef e Rosalba Ciarlini – ou no caso do RN optará por vôo próprio?

Fato é que o PMDB deixou escapar uma decisão que seria a mais correta, ou seja, romper com o governo do DEM. Não se concebe Garibaldi Alves ser ministro de Estado, um auxiliar direto da presidente Dilma Ruosseff e o seu PMDB no Rio Grande do Norte apoiar um governo do DEM, cujo presidente, senador José Agripino Maia, talvez seja o maior algoz dos governos petistas – falo de Lula e Dilma.

Não se concebe ainda, o presidente da Câmara dos Deputados e presidente estadual do PMDB, Henrique Eduardo Alves, ter recebido o apoio de Dilma e da bancada do PT para se eleger o manda-chuva da Casa, e no Rio Grande do Norte manter aliança com o governo dos Democratas. Detalhe: Henrique na semana passada esteve com Lula para pedir que ele apoiasse Michel Temer para ser novamente o nome a compor chapa com Dilma, candidata a reeleição, em 2014.

Como explicar à Lula, à Dilma e ao PT, essa aliança do PMDB no Rio Grande do Norte com um governo que é oposição ao Planalto? Difícil acreditar que o PMDB pode servir a duas Senhoras.

Agora se fala que existe a hipótese de Rosalba Ciarlini desistir da candidatura a reeleição e apoiar um nome do PMDB. Que isso venha a ocorrer, que acho pouco provável, como ficaria o palanque do PMDB no Rio Grande do Norte, já que o PT, embora aliado dos peemedebistas no plano nacional, não subiria num palanque em que os democratas estivessem. Como o PMDB do Rio Grande do Norte apoiar uma chapa Dilma/Temer no estado sem o PT junto?

Se a jogada dos peemedebistas foi a de fazer uma espécie de provação com a governadora Rosalba Ciarlini para depois ter o argumento do rompimento, certamente jogaram errado. O distinto público está de olho. A hora do rompimento teria que ser agora. Depois vai parecer oportunismo.

Como disse, no Rio Grande do Norte se produz um verdadeiro samba do crioulo doido.

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