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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O uso do cachimbo faz a boca torta
Diz um provérbio bem conhecido que o uso do cachimbo faz a boca torta. E é exatamente isso que faz o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, candidato a governador do Rio Grande do Norte, e o seu PMDB. A dubiedade de posição quanto a quem apoia para a Presidência da República, se Dilma Ruosseff (PT), candidata a reeleição, ou o tucano Aécio Neves, deixa isso bem claro, ou seja, de que o PMDB joga com as duas possibilidades, pois que não tem cacoete oposicionista.
Aliás, o próprio senador José Agripino Maia (DEM), coordenador nacional da campanha de Aécio Neves, tem deixado isso bem claro para os eleitores quando diz que, “seja qual for o presidente da República, Henrique é quem tem portas abertas em Brasília”.
Não é difícil de entender o recado de Agripino. Para ele, e assim como para Henrique, seja Dilma reeleita presidenta, seja Aécio eleito presidente, o candidato peemedebista teoricamente teria trânsito livre no Planalto, porque certamente não fará oposição a nenhum que seja eleito em caso de sua vitória ao governo do estado.
Contudo, é bom que fique claro que vivemos num regime republicano e sendo Henrique ou Robinson governador, independente do presidente a ser eleito, o Rio Grande do Norte terá o mesmo tratamento.
O que se observa na posição de Henrique Alves, no entanto, é a dubiedade do voto. Henrique está em cima do muro. Ele joga para a plateia para ter o voto tanto do eleitor de Dilma como do eleitor de Aécio.
Por outra, o seu PMDB nunca soube ser oposição. Hoje está no governo Dilma, amanhã poderá está também num eventual governo tucano. Os peemedebistas da Câmara, que têm como líder de bancada o deputado Eduardo Cunha (RJ), que aliás é amigo pessoal de Henrique Alves, é um dos que defende o apoio do seu partido à candidatura de Aécio Neves.
A incoerência anda lado a lado do fisiologismo. Como pode o PMDB ter um vice-presidente da República (Michel Temer) e pensar em apoiar o candidato de oposição ao governo? A explicação é simples: o PMDB joga com as duas possibilidades, pois como já disse não sabe ser oposição.
A conferir!
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