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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Onde se encaixa o PT do RN na análise de Lula sobre o partido?

O ex-presidente Lula e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que “dez anos de poder levaram à existência de dois PTs: o “elei­toreiro, parlamentar, o PT dos dirigentes”, e o partido da “base, igualzinho ao que era em 1980″, contrário às alianças política, mas ciente que, para ganhar, “tem que fa­zer acordos políticos”. A aná­lise do  fundador do PT tem sentido.

O PT, segundo ainda Lula, “precisa voltar a acreditar em valores (…) que foram ba­nalizados por conta da dispu­ta eleitoral”, mas sem ser “sectário como no começo”.

As declarações do “principal protagonista” do PT fazem par­te do livro 10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma, coletânea de 23 artigos or­ganizada pelo sociólogo Emir Sader que será lançada no dia 13.

O trecho acima foi publicado hoje numa reportagem do Estado de S. Paulo e republicado aqui no blog. Me reporto ao texto sobre as declarações de Lula porquanto acho necessário o PT se voltar para suas origens, sem radicalismo, claro. Entendo que o PT do Rio Grande do Norte, por exemplo, se encaixe perfeitamente no partido da base, igualzinho o que era em 1980, contrário a alianças política com partidos ditos de centro esquerda, mas ciente que, para ganhar, tem que fazer acordos. 

É isso. O PT do Rio Grande do Norte passou a entender que não se ganha uma eleição com sectarismo e nem com uma aliança dita de esquerda. É preciso avançar no campo político. Aliás, experiência negativa o PT do Rio Grande do Norte e sobretudo de Natal, já teve quando o hoje prefeito de Janduís, interior do estado, Salomão Gurgel, candidato a prefeito de Natal teve sua candidatura implodida dentro do partido simplesmente porque na época, Wilma de Faria, então no PDT, queria apoiá-lo à sua sucessão e os petistas não deixaram. Hoje, estes mesmos petistas conversam com Wilma de Faria sobre alianças. Aliás, já chegaram a participar até do outrora governo dela.

Mas como bem analisou Lula, “o PT precisa voltar a acreditar em valores que foram banalizados por conta da disputa eleitoral, mas sem ser sectário como no início”. No caso do PT potiguar, acho que o partido nunca deixou de acreditar em valores, mas ainda há um certo sectarismo que precisa ser deixado de lado se quiser avançar.  A hora é agora.

No seio do PT do Rio Grande do Norte existem dois grandes políticos: o deputado estadual Fernando Mineiro e a deputada federal Fátima Bezerra. Nomes que qualquer partido gostaria de ter em seus quadros. Tanto Mineiro como Fátima construíram uma trajetória política no Rio Grande do Norte de respeito e ética. No próximo ano temos eleições majoritárias no estado. Fátima Bezerra se credencia a uma cadeira no Senado, uma oportunidade única que o PT não pode e não deve deixar escapar. Qualquer aliança majoritária com vistas a 2014 necessariamente passa pelo PT, até porque temos a candidatura a reeleição da presidenta Dilma Ruosseff, bem avaliada no cenário político nacional.

Que se deixe o radicalismo de lado e lembai-vos do que disse Lula:

– Para ganhar, tem que fazer acordos políticos”, sem deixar os valores de lado, claro. A conferir!

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