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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Os 100 dias de um governo que não é carne e nem é peixe

Como se diz no dito popular o governo Rosalba Ciarlini nestes primeiros 100 dias de governo “nem é carne nem é peixe”. Ou seja, até agora fez o feijão com arroz. Nos primeiros 30, 60 dias o governo olhou muito no retrovisor, esquecendo que o que passou, passou e que tem que olhar o presente e o futuro.

De resto, adotou algumas providências pontuais que teriam necessariamente que ser tomadas, tais quais:

1-Intervenção no Meios (Movimento de Integração e Orientação Social), Ong que presta serviços na área social e que recebia recursos do governo e que desde novembro seus funcionários estavam sem receber salários;

2-Acabou com o regime especial de tributação, pondo fim assim a concorrência desleal e as benesses gozadas por alguns segmentos econômicos no estado, o que pode levar ao aumento da arrecadação tributária até 50%, e;

3-Chamou para si a responsabilidade de efetivamente trazer a Copa 2014 para Natal.

Tomo isso como medidas de impactos no governo Rosalba nestes primeiros 100 dias. É vero que 100 dias é muito pouco para grandes realizações, mas é vero também dizer que o governo até agora “nem fede nem cheira”, outro dito popular.

Na Assembléia a oposição ainda é pífia. Aqui e acolá o deputado Fernando Mineiro (PT) pontua alguma coisa. No mais, a platéia assiste o bloco passar sem confusão. Aí o governo navega em céu de brigadeiro aprovando o que quer sem precisar se desgastar.

Portanto, os 100 primeiros  dias do governo democrata não trouxe grandes novidades. O cardápio do feijão com arroz, espera-se, deve ser mudado a partir de agora,  afinal Rosalba Ciarlini, como ela mesmo disse na campanha que não precisava de “muletas” para se apresentar ao eleitorado, certamente não precisará de “muletas” para governar o estado. A conferir!

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