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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Os políticos precisam deixar de conversas pra boi dormir
A ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, Marina Silva, que tenta emplacar a sua Rede para sair candidata novamente à Presidência da República, em teleconferência promovida ontem pela Exame, disse uma verdade.
Marina cobrou políticas de longo prazo “nos curtos prazos políticos” com uma agenda estratégica e uma governabilidade baseada em programa “e não em distribuição de cargos”.
Ela, evidentemente, estava falando da política nacional. Mas, aproveito a deixa para transferir a cobrança para a política papa-jerimum. Assim como Marina Silva, entendo que os políticos do Rio Grande do Norte precisam deixar de lado esse lero-lero de que estão pensando só, e somente só, no Rio Grande do Norte, e que as eleições de 2014 serão discutidas em 2014, porque ao que se sabe já começaram a discutir os cargos a que vão concorrer.
Quando ouço algum político falar que 2014 só se fala em 2014 e dizer que o momento é de união em prol do estado, tenho vontade de rir. Ora,ora,ora, caro leitor. O que se observa é que eles, os políticos, na verdade, só estão pensando na distribuição de cargos e não no pobre Rio Grande “sem sorte”. Basta uma leitura nas entrelinhas do que eles falam para se observar que a distribuição de cargos está em primeiro lugar. Essa tal de união pelo RN não é outra coisa senão a distribuição de cargos para a disputa eleitoral.
Fulano do partido A será o candidato a governador. Cicrano do partido B é o nome para o Senado. Beltrano vai compor a chapa na condição de vice. A chapa proporcional, claro, tem que acomodar a todos, se possível, os amigos do rei, óbviamente.
Mas o leitor vai dizer: Barbosa, eles falam num projeto único capaz de tirar o Rio Grande do Norte da crise em que se encontra. Respondo: porque então cada partido não apresenta o seu projeto com candidaturas próprias e deixa o povo escolher aquele que poderá representar o melhor para o estado? Seria mais democrático do que um pacote pronto para apresentar à população sem direito de escolha.
É como se chegar a 2014 e os partidos políticos “unidos” contra o governo Rosalba Ciarlini (DEM) – sim, porque o DEM não fará parte deste pacotaço – dizerem ao distinto público. Está aqui a melhor chapa para tirar o RN da crise. Confiem em nós dando o seu voto!
E aí me vem a cabeça a declaração de Marina Silva que cobrou políticas de longo prazo “nos curtos prazos políticos” com uma agenda estratégica e uma governabilidade baseada em programa “e não em distribuição de cargos”.
O resto, bom, o resto é conversa pra boi dormir, caro leitor!
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