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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Pobres daqueles que não têm coragem de assumir suas posições
Volto a carga hoje contra àqueles que me criticam de forma velada por minhas posições políticas, muitos dos quais “viúvas do poder”. Repito o que já disse em outros Editoriais: se comento uma notícia ou analiso um fato, ofereço minhas próprias conclusões. Cabe aos leitores refletir a respeito, concordar, divergir ou se manter indiferente. O que não concordo é que em função de minhas posições me tratem com desrespeito e insinuações veladas, sem a coragem de dizer a quem criticam. Pobres daqueles que não têm a coragem de assumir suas posições.
Sou jornalista, mas acima de tudo um cidadão com direito ao voto. Como jornalista e como cidadão defendo meu pensamento, afinal de contas, isso é liberdade de expressão. Devo dizer que não dependo de órgão público nenhum e muito menos de político. Não sou filiado a nenhum partido político e muito menos faço política-partidária. Tenho um blog independente custeado com recursos próprios. Portanto, engana-se quem pensa que estou a serviço de algum político.
Defendo a candidatura de Hermano Morais (PMDB) a prefeito por achar que entre ele e Carlos Eduardo Alves (PDT) ele é, não o menos ruim, mas o melhor para Natal. Não por interesses outros como alguns pensam. Carlos Eduardo Alves já teve oportunidade para administrar Natal e fez apenas o trivial. Se comparado a administração de Micarla de Sousa (PV) parece ter sido um excelente prefeito, mas não o foi. Isso é uma comparação simplória que foi explorada no primeiro turno e que Natal reprovou. Basta olhar os números: 60% do eleitorado disse nas urnas que não deseja que Carlos Eduardo Alves volte a administrar Natal, inclusive, os poucos mais de 20% que votaram em Fernando Mineiro (PT). Isso não fui eu quem disse, foram as urnas.
Outro motivo que me leva a não votar em Carlos Eduardo Alves é a sua companheira de chapa. Wilma de Faria (PSB) foi prefeita de Natal em três ocasiões distintas e duas vezes governadora. Vinte anos no poder, dos quais pelo menos a metade ela e Carlos Eduardo Alves estiveram juntos. O que Wilma de Faria deixou de legado para Natal e o Rio Grande do Norte? Só escândalos. E me diga, caro leitor, se Carlos Eduardo Alves for eleito prefeito se não será meio caminho andado para Wilma retomar o poder no estado: ou na condição de governadora ou na de senadora?
Não, não é isso que quero para a cidade onde nasci e moro. Os desprovidos de cautela até acreditam que isso não vai ocorrer. Carlos Eduardo Alves sendo eleito Wilma de Faria não passará de uma simples vice, pois que assim como fez com Micarla de Sousa, Carlos Eduardo Alves fará com a “guerreira”. Ledo engano. Wilma de Faria tem personalidade forte e faz política como quem joga xadrez. Vai esperar o momento certo para dar o “xeque-mate” em Carlos Eduardo Alves. Espero não ter que ver isso com a eleição de Hermano Morais, mas caso Carlos Eduardo Alves seja eleito prefeito o cenário que pinta é esse.
A eleição foi levada a segundo turno em Natal não por uma disputa ideológica, mas sim pelo desejo de mudança. Mudança de 20 anos de atraso onde a atual prefeita Micarla de Sousa serviu apenas como bode expiatório. Senão vejamos: Wilma de Faria quando foi prefeita de Natal pela primeira vez teve o apoio de quem? De José Agripino Maia. Quando foi para sucedê-la ela apoiou quem? Aldo Tinôco que havia sido seu auxiliar. Um desastre só perdendo para Micarla de Sousa, a atual prefeita de Natal alçada à política por quem? Agnelo Alves, pai de Carlos Eduardo Alves. Este junto com Wilma de Faria deram o aval para que Micarla fosse sua companheira de chapa. Portanto, caro leitor, Aldo Tinôco e Micarla de Sousa foram criados nos laboratórios de Wilma de Faria e Carlos Eduardo Alves. Vinte anos de retrocesso para Natal.
Querer estadualizar a campanha ou levar o debate para o nível ideológico não me parece o discurso certo. Acho que a grande discussão é o ficha limpa versus a improbidade. A administração de Carlos Eduardo Alves tem processos no TCU (Tribunal de Contas da União) e Wilma de Faria foi considerada improba pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e tem seu nome figurando em processos em tramitação, caso mais recente, a Operação Sinal Fechado. Ela é denunciada pelo MP por formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva, tráfico de influência e fraude em licitação. Os promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público denunciaram 34 acusados por participarem do esquema fraudulento identificado envolvendo a inspeção veicular no Detran/RN. Wilma de Faria está entre os denunciados.
Você conhece, você confia?
GOSTEI DO EDITORIAL. QUANTO AOS 60% QUE NÃO QUEREM CARLOS EDUARDO PREFEITO, EU VOU ME DAR O DIREITO DE DISCORDAR. SE VOCÊ SOMAR OS 40% DE CARLOS EDUARDO, OS 22%DE MINEIRO, OS 10% DE ROGÉRIO MARINHO E OS 3% DO PR. ROBÉRIO, VAI CONSTATAR QUE 75% DO POVO DE NATAL NÃO QUER HERMANO MORAES PREFEITO. A MATEMÁTICA MATEMÁTICA É UMA CIÊNCIA EXATA.
Muito bom dia, Astério Brandão. Respeito o seu ponto de vista, mas vc há de concordar que se CE obteve 40% nas urnas no primeiro turno e 60% não votou nele, é porque estes 60% não querem ele de volta a prefeitura. Como vc mesmo disse, a matemática é uma ciência exata. Do contrário, CArlos Eduardo teria sido eleito em primeiro turno.