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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Procura-se um prefeito 

Quando vamos ter um prefeito que pense realmente em solucionar os problemas da cidade do Natal que não são poucos, são inúmeros? Quando vamos ter um prefeito que não pense só nos seus projetos pessoais e que não faça da prefeitura um trampolim para alcançar vôos mais altos? Quando vamos ter um prefeito que não faça da prefeitura um balcão de mercadorias em troca de favores que só trazem prejuizos aos cofres públicos?

Chega de promessas e conversas demagogas. Nos últimos 20 anos Natal cresceu e as administrações que se sucederam pouco ou nada fizeram para melhorar a qualidade de vida do natalense. A capital do Rio Grande do Norte por ter no turismo a sua grande indústria não faz valer isso. A nossa orla é certamente a mais feia das capitais nordestinas.

O trânsito caótico e sem perspectivas de melhora. Ao contrário, a cada ano o problema aumenta mais. O nosso sistema de transporte é de péssima qualidade e entra prefeito e sai prefeito e a situação continua a mesma. O sistema educacional e de saúde nem é preciso falar, pois que a precariedade nestes dois segmentos já não é mais nenhuma novidade. A população que precisa destes serviços parece já se acostumou ao caos.

O pior é que os políticos ficam só na retórica do discurso e o povo ainda acredita neles. Está na hora de se mudar isso, sob pena de daqui há quatro anos estarmos na mesma situação em que estamos hoje, sem nenhum avanço e apenas lamentando o voto errado. Não nos deixemos iludir. Se a gente quer uma Natal melhor para nossos filhos e netos é hora de começar a agir antes que seja tarde. O novo não significa melhora, mas também o velho e arcaico certamente é ainda mais danoso.

Natal tem que avançar no tempo e não regredir. Não se concebe uma cidade com quase 800 mil habitantes ter um sistema de saneamento básico totalmente defasado. E sabe por que isso? Porque os políticos que já tiveram a oportunidade de governar a capital potiguar não investiram em obras por debaixo da terra. Isso não dá visibilidade. Preferem investir em monumentos faraônicos, mas que não traduzem em benefício nenhum à população. Não custa lembrar que saneamento básico é saúde preventiva.

Não é possível uma cidade como Natal não dispor ainda de um hospital municipal. Não é possível uma cidade como Natal não ter um transporte ferroviário que sirva aos natalenses, pois o que temos serve apenas a algumas cidades da Grande Natal. Não é possível uma cidade como Natal não ter áreas de lazer suficientes para crianças. Não é possível uma cidade como Natal, berço do professor, escritor e folclorista, Luiz da Câmara Cascudo, não valorizar a sua cultura.

Portanto, repito, Natal tem que avançar e não regredir!

 

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