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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Propaganda subliminar de candidato. Isso pode Arnaldo?
Quem levantou a lebre foi o economista Jean-Paul Prates nesta sexta-feira no watsapp e repercutida aqui no blog. Segundo Ptrates, que é candidato a suplente de senador da deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN), “esta marca da nova novela das 7 da Globo aparecerá todas as noites antes do Jornal Nacional até a eleição, contendo os números 40 e 45, justamente dos dois candidatos opositores a Dilma. Isso é propaganda subliminar ostensiva. Todas as noites em horário nobre. Guerra grande”.
Clique aqui para conferir.
Coincidência ou não. a logo da novela global traz sim os números 40, do PSB de Eduardo Campos, e 45 do PSDB de Aécio Neves, ambos candidatos a Presidência da República e oposição a presidente Dilma Ruosseff (PT), que é candidata a reeleição. Aliás, o número 45 com o 5 estilizado em forma de S fica bem dentro da palavra Brasil, que da mesma forma está mais acentuada do que a palavra geração. O nome da novela global é “Geração Brasil”.
Sem dúvida nenhuma se foi proposital temos que tirar o chapéu para quem produziu a logo. Se não foi intencional deixa margens para se pensar o contrário. Fato é que ninguém havia percebido este detalhe que o ex-secretário do governo Wilma de Faria (PSB) identificou. Perfeita a sua observação, independente da sua análise.
Resta saber que tipo de influência isso poderá ter sobre o eleitor, tendo em vista se tratar de uma, como disse Prates, “propaganda subliminar” de dois opositores a Dilma. É preciso muita destreza para entender as insinuações, o que certamente Jean-Paul Prates tem. Como disse não se sabe se foi proposital ou não, mas que deixa dúvidas deixa.
Talvez o discernimento de Jean-Paul Prates possa agora despertar a atenção das pessoas e, por que não, da própria Justiça eleitoral. Fato é que a observação do economista procede. Agora vem a pergunta:
Isso pode Arnaldo?
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