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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

PT: Seguro morreu de velho!

Que o PT, a presidente Dilma Ruosseff e Lula tratem de botar as barbas de molho. A candidatura à Presidência da República do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, em 2014, tudo indica, não é de brincadeira. Os caminhos para isso começam a ser pavimentados. O socialista está literalmente de olho na “galinha dos ovos de ouro”. Leio no Correio Braziliense que Campos fará este ano uma “versão socialista das caravanas de Lula”.

Diz o jornal:

Presidente nacional do PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, sempre cita, entre suas frases favoritas, a importância de seguir caminhos sem a necessidade de “inventar a roda”. E ele adota a receita que prega, acrescentando o tempero do PSB. A partir de abril, por exemplo, Eduardo e seu partido realizarão seminários em todas as regiões brasileiras para qualificar gestores e apresentar experiências exitosas dos governos socialistas. Os eventos serão organizados pela Fundação João Mangabeira e lembram as caravanas da cidadania feitas por Luiz Inácio Lula da Silva entre 1993 e 1996. Os eventos funcionam como vitrine para consolidar o nome de Eduardo Campos no cenário nacional.

Não é novidade para Campos realizar seminários e debates para elaborar políticas públicas e aprofundar estudos com as lideranças do PSB. Ele adotava a prática em Pernambuco quando era deputado federal e estava no papel de opositor ao então governador Jarbas Vasconcelos (PMDB). O socialista visitava municípios de Pernambuco onde os opositores resistiam ao “rolo compressor” governista, conversava ao pé do ouvido, conhecia os prefeitos locais. A diferença, agora, é que o PSB fará essa atividade no Brasil. Quer plantar as sementes do modelo de gestão de Pernambuco, conquistar apoios e medir a temperatura para uma possível disputa presidencial.

Portanto, esse negócio de Eduardo Campos dizer que estará ao lado de Dilma em 2014 pode até ser verdade, mas ele quer está ao lado da presidenta como seu candidato  à sucessão presidencial e não apenas como um aliado. Fato é que se o PT não abrir os olhos o governador pernambucano começará a abocanhar os eleitores petistas, sobretudo, no Nordeste. Disso não tenho dúvida.

Eduardo Campos talvez esteja até apostando num poder de barganha. Com o seu PSB crescendo e se fortalecendo poderá exigir a vice-presidência no caso de uma reeleição de Dilma ou até mesmo uma eventual candidatura de Lula, dando assim uma rasteira no PMDB. Resta saber se os peemedebistas, até lá, certamente com a presidência da Câmara e do Senado na mão vão engolir isso de graça. A conferir!

Charge: Tiago Recchia, na Gazeta do Povo (PR)

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