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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Quanto custa não ser do contra
– A gente paga pelo banner, não pela opinião. Quem afirmou isso foi o secretário de Comunicação Social da prefeitura de Natal, Jean Valério, ao ser questionado na CEI (Comissão Especial de Inquérito), da Câmara Municipal que investiga denúncias de contratos irregulares na “Gestão de Mídia” da prefeita Micarla de Sousa (PV).
Não precisava falar mais nada, o secretário disse tudo. Ou seja, a prefeitura paga um banner de R$ 12 mil/mês em um blog para não falar contra a “Gestão de Mídia”. Opinar até pode, desde que seja a favor, como vem ocorrendo.
O preço de um cala boca na “Gestão de Mídia” sai caro. E há variações de mídia pra mídia e no caso da blogosfera de blog pra blog. Não estou aqui para criticar a venda de espaço publicitário em blogs e nem muito menos os valores cobrados. Isso faz parte da economia de mercado. Aliás, vendo também esse espaço no meu blog. Mas tenho uma política de não aceitar publicidade oficial.
Não sou melhor do que ninguém. Mas se há uma coisa que prezo é a liberdade de expressão. O jornalista tem que ter a consciência disso. Se você aceita colocar um banner oficial em seu blog você perde a isenção. A publicidade oficial é um cala boca disfarçado. Disso não tenho dúvida.
Isso não é inovação da “Gestão de Mídia”. Apenas a administração Micarla de Sousa diferencia preços e paga mais para quem traduz melhor o secos e molhados.
Sei de um famoso marqueteiro que durante as campanhas reserva um “milhozinho” para pagar a jornalistas para não falar mal de seus clientes. Quem sabe essa prática da “Gestão de Mídia” nasceu ainda em sua campanha. Não duvido!
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