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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Que o discurso dos políticos não fique só na retórica

Passadas alguns dias da prisão dos envolvidos no escãndalo que ficou conhecido como “mensalão do PT”.inclusive de políticos como o ex-ministro-Chefe da Casa Civil do governo Lula e ex-deputado José Dirceu (PT-SP) e o deputado licenciado José Genoíno (PT-SP), eis que vem a público declarações as mais diversas possíveis em favor da ética e da moralização no trato da coisa pública por parte de agentes políticos.

Do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se levanta a voz:

Chegamos a um ponto que é um começo de um comportamento que tem de nascer com as pessoas e, se não, tem de aprender ao longo do tempo. Há necessidade de que a ética seja uma prática em todos os passos, em todos os caminhos, em todas as direções. Acho que o Brasil avança muito nesse sentimento.

É lógico que não gostaríamos que isso tivesse acontecendo, é sempre uma coisa que traumatiza, que dói em cada um de nós. Mas tem o outro lado da moeda, que é mostrar que nós estamos apurando. Hoje, no Brasil, aquele famoso conceito de impunidade, de se prender apenas os pobres, os indefesos, é muito diferenciado. Estão aí as provas, com empresários de alto nível sendo presos, condenados, sentenciados, o que mostra que estamos no caminho certo.

Do governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência da Repíublica, Eduardo Campos (PSB), se ouve o brado:

Espero que a política brasileira mude para melhor. É hora de todos tirarem uma lição desse episódio.” Segundo ele, o desafio daqui para a frente será como cada um “vai contribuir para que a política melhore”.

Do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), se observa o ar de indignação:

Há momentos em que a gente sente que há no ar um vento de mudança (…). Aqueles que exerceram papel na alta República não souberam honrar a confiança que o povo devotou neles. Transformaram-se em nepotistas e, em vez de transformar o Brasil, transformaram suas próprias vidas disse FHC, que completou:

Quando vejo que a Justiça começa a se fazer e quando vejo que aqueles que foram alcançados por ela tentam transformá-la em instrumento de sua própria história e de uma revolução que não fizeram, em nome de ideais que não cumpriram, que descumpriram a Constituição que juramos todos, temos de dar um basta nisso, chega de desfaçatez.

Agora se fala que o mensalão tucano poderá ser julgado ainda no primeiro semestre de 2014. Segundo apurou a Folha, essa é a expectativa no gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, o relator do processo no STF. Diretamente consultado, Barroso evitou comprometer-se com prazos. “Vou julgar o mais rápido que o devido processo legal permitir”,

Que as ações do Supremo Tribunal Federal e os discursos da classe política não fiquem só na retórica, pois que as ruas já clamaram por moralidade e no próximo ano teremos eleições, o que certamente poderá produzir resultados surpreendentes.

A conferir!

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