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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Queima de arquivo com atraso
O assassinato do advogado Anderson Miguel, pode-se dizer, foi uma queima de arquivo atrasada. Digo isso porque o próprio Ministério Público Federal, que investiga o caso, admite que há possibilidade da motivação do crime ter relação com as declarações dele no processo criminal que investiga contratos de prestações de serviços, através de licitações viciadas na Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, quando do governo Wilma de Faria (PSB), que ficou conhecida como Operação Higia.
Na verdade Anderson Miguel já havia dado depoimento contando como todo o esquema de corrupção funcionava na pasta da Saúde, informando, inclusive, os nomes dos envolvidos. Alguém tem dúvida? Eu não! Daí o que a Polícia Federal vai querer saber agora é quem mandou matar Anderson Miguel, porque o esquema fraudulento na Saúde certamente já faz parte do inquérito.
O fato é que foi criado um caso paralelo ao da Operação Higia. O assassinato de Anderson Gurgel, com cinco tiros a quema roupa, leva a crer que alguém estava interessado em calar o advogado. Alguém certamente muito comprometido na Operação Higia. Mas chegou tarde. O advogado que sabia muito está morto, mas o seu depoimento consta nos autos do processo da Operação Higia.
O caso terá novos desdobramentos, porque além de corrupção envolve agora também um crime supostamente por encomenda. Quem já tinha culpa no cartório e se ficar comprovado que o crime foi realmente encomendado, deve a esta altura está com as barbas de molho. A conferir!
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