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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Quem matou Max? E Carlos Eduardo é ou não um ficha limpa?

Por que tanto suspense do TJ em julgar um agravo? Primeiro foi a arguição de suspeição por parte do desembargador Amaury Moura Sobrinho. Ele justificou a decisão com base no artigo 135, parágrafo único, do Código de Processo Civel, para não ter que participar do julgamento do agravo movido pela Câmara Municipal de Natal contra a decisão que suspendeu os efeitos da desaprovação de contas do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), candidato novamente ao cargo. O julgamento, que estava marcado para a última quinta-feira (11), fora adiado para hoje (25).

Novamente o julgamento não ocorreu, ficando adiado pela segunda vez para a próxima quinta-feira (25), às vésperas do segundo turno que acontece no domingo (29). Desta feita o pedido para o adiamento  foi feito pelo desembargador Expedito Ferreira, que presidiria a sessão, mas estava participando de sessão na 1ª Câmara Cível. Devido à quantidade de processos marcados e de sustentações orais solicitadas, Expedito Ferreira solicitou o adiamento. O agravo estava na fila de julgamentos da sessão da 3ª Câmara Cível.

Será que na próxima semana teremos outro adiamento? Espero que não! Isso não só deixa o candidato Carlos Eduardo Alves ansioso como também os próprios eleitores principalmente aqueles que pretendem votar no pedetista, pois que sua candidatura está sub júdice e não se sabe ainda qual será a decisão do Tribunal de Justiça com relação a aceitação ou não do agravo movido pela Câmara Municipal contra Carlos Eduardo Alves.

Isso está parecendo mais novela da Globo, quando o autor faz questão de deixar em suspense o seu final, como agora em “Avenida Brasil. Na ficção novelesca o suspense é para saber quem matou Max. Em Natal é para saber se Carlos Eduardo Alves é ou não ficha limpa. A temporada de apostas está aberta. Alguém arrisca um palpite? Eu não, pois que cabeça de juiz, cartola de mágico e bumbum de bebê ninguém sabe o que vem de dentro.

É verdade que qualquer decisão não deve ser definitiva. Seja ela a favor ou a desfavor de Carlos Eduardo Alves. Dependendo do resultado ou a Câmara Municipal de Natal recorre ao STF (Supremo Tribunal Federal) ou Carlos Eduardo Alves idem. O pleito em Natal, e isso já havia dito em Editorial no dia 7 de junho, foi judicializado. Isso é um fato inconteste. Confira Aqui o que disse.

Quem poderá, hipoteticamente falando, tirar partido disso é o PT, aliado de segunda hora do candidato Carlos Eduardo Alves com “apoio crítico” a sua candidatura, segundo Resolução petista aprovada no início desta semana. Sim, porque na eventualidade de Carlos Eduardo Alves se tornar inelegível, fala-se num segundo turno entre Hermano Morais (PMDB) e Fernando Mineiro (PT). Mas, pelo fato do julgamento ser na próxima quinta-feira (25) e diante da proximidade do pleito em segundo turno, acho essa hipótese remota. Mais provável é Carlos Eduardo Alves disputar o pleito na condição de sub júdice se perder na 3ª Câmara Cível. A conferir!

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