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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Se querem o fim do radicalismo, querelas políticas devem ser deixadas de lado

Com o título “Que fim do radicalismo que nada!” postei ontem aqui no blog uma nota que dizia o seguinte: O fim do radicalismo na política do Rio Grande do Norte tão propalado pelo presidente da Câmara e candidato a governador do estado, deputado Henrique Alves (PMDB), parece mesmo não ter chegado ao fim, como eu já havia dito em outra ocasião. Chegou ao conhecimento do blog que nesta segunda-feira, nos corredores de uma emissora de televisão, em Natal, dois candidatos que concorrem a cargos majoritários – governo e Senado – nestas eleições, teriam protagonizados um bate-boca. E isso a campanha está só começando. Por enquanto ela está resumida aos bate-bocas da militância nas redes sociais. Mas parece que agora os ânimos começam a aflorar entre os candidatos.

Postei a nota sem citar nomes. E por quê fiz isso? Para me certificar, não do ocorrido, pois que se postei a nota é porque a fonte merece credibilidade, mas para me inteirar melhor do objeto da discussão entre os dois políticos, no caso o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB), candidato a governador do Rio Grande do Norte, e a deputada Fátima Bezerra (PT), sua colega de Casa e candidata ao Senado, adversários políticos na campanha eleitoral deste ano. O tema da discussão teria sido as ações em prol do estado. Quem provocou um ao outro não sei. Fato é que o bate-boca foi em público nos corredores da Band Natal, onde os dois participaram de entrevistas. Fátima Bezerra no programa de Luiz Almir, “Rio Grande do Norte Urgente” e Henrique Alves no programa do jornalista Diógenes Dantas, “RN Acontece”. O quiproquó foi tão grande que os dois parlamentares foram levados a uma sala para resolver os queixumes.

Volto ao assunto porque antes mesmo de se iniciar a campanha Henrique Eduardo Alves pregava aos quatro cantos que o radicalismo na política do Rio Grande do Norte acabou. Qual nada, disse isto uma vez também em Editorial. O radicalismo só não existe quando a campanha está fria, mas quando começa a esquentar os ânimos ficam exacerbados. Aí está a prova. Mas o que não pode acontecer são os políticos quererem resolver suas querelas pessoais em público, ainda mais quando se trata de dois parlamentares federais, sendo um candidato a governador e outra ao Senado da República.

Tenho o maior respeito tanto pelo deputado Henrique Alves quanto pela deputada Fátima Bezerra, mas como jornalista não posso deixar de relatar o ocorrido, até porque a discussão ocorreu em público. Coloco o espaço para, se quiserem, os dois políticos darem suas versões sobre o acontecido, mas que dificilmente irão modificar o fato.

Não entro no mérito da questão sobre quem tinha razão neste imbróglio, mas o eleitor com toda certeza não merece isso. As discussões políticas, se querem mesmo acabar com o radicalismo, devem ser encima de propostas e não se levantando as querelas provincianas, ainda mais nos corredores de uma emissora de televisão na presença de algumas pessoas.

Que o fim do radicalismo na política do Rio Grande do Norte seja realmente levado a cabo e que não fique só na retórica do discurso.

A conferir!

 

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