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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Um movimento pela lagosta alegada

Senhores vereadores de Natal; os estudantes clamam agora pela lagosta na merenda escolar. Sim, porque o Movimento Passe Livre já deu resultado. O prefeito Carlos Eduardo Alves, apesar de ter vetado o projeto aprovado pelos nossos edis a toque de caixa, enviou hoje à Câmara uma proposta que, espera-se, contemple a estudantada com o Passe Livre. Cabe agora à Câmara apreciar e aprovar o projeto do Executivo. É certo que ninguém sabe ainda qual será a receptividade dos estudantes quanto ao projeto do prefeito.

Após 10 dias acampados na frente da Câmara Municipal de Natal regados a uísque, lagosta, e diz-se até maconha, a estudantada certamente não ficará satisfeita apenas com o Passe livre no trsnsporte coletivo. Vai exigir agora a lagosta alegada no cardápio escolar. Os edis natalenses terão que fazer um projeto incluindo o crustáceo na merenda. Uísque não porque bebida alcoólica é proibida nas escolas. Maconha, essa já faz parte do cotidiano estudantil, já não é mais nenhuma novidade.

Fato é que os protestos de rua e o acampamento na frente da Câmara  pelo pessoal do Mivimento Passe Livre  começam a surtir efeitos, embora a Polícia Civil tenha aberto inquérito para invetigar a depredação da “Casa do Povo” durante o período em que os manifestantes ocuparam a entrada do prédio  A investigação foi iniciada após queixa da mesa diretora nesta sexta-feira, mesmo dia em que a área foi desocupada. A Polícia Militar foi até a Câmara no início da manhã para cumprir a reintegração de posse determinada judicialmente, porém os manifestantes já haviam deixado a entrada do prédio.

A propósito, já estava na hora dessa moçada fazer um protesto pela melhoria na qualidade do ensino público, quem sabe os nossos parlamentares e governantes se sensibilizavam com a causa. Vale passeatas, acampamentos e até lagosta e uísque. A causa é nobre e merece ser comemorada.

Enquanto a estudantada não atenta para essa minha proposta, ou seja, um grande movimento, até mesmo nacional, porque não, em defesa da melhoria do ensino público, fiquemos com o noticiário da lagosta alegada e das doses de uísque, que certamente deve ser escocês legítimo. Sim, porque quem saboreia uma lagosta bebe uísque importado.

E viva a lagosta alegada!

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