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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Um novo modus operandi da bandidagem para espalhar o medo
Os bandidos, me parece, encontraram uma nova maneira de colocar pânico na população. Estão agindo agora em ações contra hospitais públicos. Ao menos, em Natal e São José de Mipibu, no Rio Grande do Norte, eles atuaram em duas frentes neste fim e início de semana: no Hospital Maria Alice Fernandes, zona norte da capital potiguar, na madrugada do sábado, e no Hospital Monsenhor Antônio Barros, em São José, na madrugada desta segunda-feira. Em ambas ações atiraram contra o patrimônio público.
Há de se perguntar: qual a intenção destes bandidos a não ser causar pavor na população? Tomar as armas dos vigilantes que protegem os hospitais, poderia até ser uma justificativa. Mas por que logo em hospitais?
A meu ver o sentido aí é demonstrar “força” perante a sociedade tentando inibir a Segurança Pública. Lembram dos ônibus incendiados que começou primeiro no Rio de Janeiro e depois se espalhou por outras capitais brasileiras, inclusive, Natal? Da mesma forma os bandidos quiseram causar pânico na população.
A pergunta que se faz é o que os vigilantes podem fazer para evitar isso? Respondo: nada, absolutamente nada. Os vigilantes que são contratados pela Secretaria Estadual de Saúde pertencem a uma empresa privada, e como tal são contratados para manter a ordem na unidade hospitalar. Uma eventual briga, por exemplo, uma discussão mais acalorada. E só!
Vigilante, pra quem não sabe, sequer pode agir fora das paredes dos hospitais, no caso. Ele está alí para manter a ordem, desde que seja dentro do estabelecimento. Mas e a arma usada pelos vigilantes para que serve, então, há de se perguntar. Para inibir qualquer tentativa de balbúrdia e até reagir como no caso do Maria Alice.
Volto a dizer que a bandidagem com estas ações tem a única intenção de causar pânico na população. No máximo, como alguns acham, pra tomar as armas dos vigilantes.
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