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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Web-leitor acredita que PSD enfraquecerá PMDB junto ao governo
O resultado da enquete promovida pelo blog para saber se o PSD foi criado para enfraquecer o PMDB com o apoio da presidente Dilma Ruosseff (PT), concluiu que o web-leitor acredita sim que o principal motivo foi este. Para 44% das pessoas que responderam a enquete, ou seja, quase 50%, o PSD do prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, tem a missão de tirar o poder de barganha do PMDB no Congresso Nacional. Não a toa, o PSD já é a terceira maior bancada na Câmara, perdendo apenas para o PT e o PMDB. São 52 deputados federais, a maioria vinda do DEM, além de dois senadores. Isso é fato e notório. Antes mesmo de ser oficializado Kassab tomou o cuidado de ir ao Palácio do Planalto se encontrar com a presidente Dilma.
A imprensa nacional tem destacado o enfraquecimento do DEM, cujo presidente nacional é o senador José Agripino Maia (RN). É correto dizer isso, mas também é certo o argumento de que com a recriação do Partido Social Democrata, o PMDB do vice-presidente da República, Michel Temer (SP), tende sim a perder o seu poderio no Congresso Nacional, sobretudo na Câmara, se analisarmos que juntando as bancadas do PT e agora do PSD, o PMDB ficará enfraquecido.
O poder de barganha dos peemedebistas, portanto, tende a cair. Por outro lado, o PSD, que não é bobo nem nada, poderá se aproveitar da situação e também criar o seu poder de barganha junto ao governo. Talvez aí seja o mesmo que dizer que o governo vai trocar seis por media dúzia. Até porque o PSD não tem ideologia. Ou melhor: sua idelogia será certamente a do toma lá da cá.
A enquete mostrou o que o leitor-eleitor pensa do PSD. Não sem razão. É “o que dizem as ruas”. Ou seja: o eleitor encara o PSD como um apêndice do governo para tentar enfraquecer o seu principal aliado, o PMDB. No Rio Grande do Norte o vice-governador Robinson Faria (PSD) tentou fazer a mesma coisa, mas o seu plano deu errado. A governadora Rosalba Ciarlini (DEM), entanda-se aí, o seu marido, Carlos Augusto Rosado, considerado o “bruxo Ravengar” do governo, abortou a ída de pelo menos quatro deputados estaduais para o PSD. No estado a coisa não funcionou, mas no Planalto sim. Se o PSD vai ter o mesmo poder de barganha ou não que o PMDB junto a presidente Dilma, isso só o tempo dirá. A conferir!
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