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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Wilma dar-se ao luxo de escolher candidatura

A vice-prefeita de Natal e presidente do PSB no Rio Grande do Norte, Wilma de Faria, diante da indecisão do PMDB em apresentar logo um nome próprio à sucessão estadual, dar-se ao luxo de escolher a que cargo vai concorrer nas eleições do próximo ano. Se ao Senado, com o apoio dos peemedebistas ou novamente ao governo do estado. Prova disso é que a mais recente pesquisa Consult aponta a liderança de Wilma em todos os cenários.

Não à toa a “guerreira”, como é conhecida, passou todo este ano dividindo as suas tarefas como vice-prefeita de Natal e percorrendo todo o estado na condição de presidente estadual do PSB. Wilma é uma verdadeira “raposa política”. Sabe das dificuldades que poderá encontrar, mas isso a torna mais guerreira ainda. Wilma sabe também das suas reais chances de retornar ao governo do Rio Grande do Norte, mas prefere guardar segredo porquanto o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB), articula uma candidatura dela ao Senado com o apoio dos peemedebistas. Para Wilma seria até mais interessante, pois é sabedora que se sair candidata ao governo e ganhar pegará um estado esfacelado financeiramente, e assim como a atual governadora Rosalba Ciarlini (DEM) sofre as cobranças por parte dos servidores dos planos de cargos e salários, aprovados ainda no governo socialista, ela – Wilma – também sofrerá. Mas certo então é uma candidatura ao Senado com o apoio do PMDB, claro.

Fato é que, por enquanto, Wilma de Faria navega em céu de brigadeiro, ao menos nas pesquisas de intenção de voto. Óbvio que a “guerreira” sabe como ninguém tirar proveito disso. E está certo ela. A continuar assim chegará a época das convenções muito fortalecida a ponto de impor uma candidatura ao Senado, como deseja realmente.

Mas como política é como uma nuvem – hoje tá assim, amanhã tá de outro jeito -, já dizia o mineiro Magalhães Pinto, tudo é possível acontecer no quadro sucessório papa-jerimum. A verdade é que as articulações de apartamentos e gabinetes já se iniciaram. Enganam-se os que pensam que os nós não estão sendo amarrados. Aliás, os nós são de marinheiro, aqueles bem dados e difíceis de desatar.

Enquanto isso o PT volta a amadurecer a ideia de lançar chapa puro sangue, ou seja, o deputado estadual Fernando Mineiro para governador e a deputada federal Fátima Bezerra para o Senado. A minha velha máquina de escrever Remington me diz isso.

A conferir!

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