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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Wilma discorda da candidatura de Campos
A presidenta estadual do PSB e vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, que tenciona disputar um cargo eletivo nas eleições do próximo ano – deputada federal ou senadora – está claro que discorda de uma eventual candidatura do presidente nacional da legenda, governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República. Wilma gazeou a reunião da executiva nacional do seu partido na última quarta-feira (18) onde foi decidido o rompimento com o governo Dilma porque teria que se posicionar diante dos colegas da executiva. A desculpa que só foi informada de última hora sobre a reunião é conversa pra boi dormir.
Não à toa sempre que indagada sobre se Eduardo Campos será ou não candidato à sucessão presidencial, Wilma de Faria hesita em falar porque pra ela o melhor será que isso não ocorra. Necessariamente, acaso venha ocorrer a candidatura de Campos, Wilma não terá que sair candidata ao governo novamente, mas, sendo ela detentora de um grande capital eleitoral, ficaria numa situação constrangedora diante do partido nacionalmente.
Embora figure na última pesquisa pra intenção de voto em primeiro lugar para o governo do estado, o que Wilma de Faria deseja mesmo é o Senado. Pessoalmente acho que ela ficaria satisfeita com uma candidatura à Câmara dos Deputados para não ter que romper com o PT no Rio Grande do Norte, já que a prioridade dos petistas nas próximas eleições será a candidatura da deputada Fátima Bezerra ao Senado. Contudo, Wilma tem conversado nos bastidores sobre a possibilidade de formar uma chapa com Garibaldi Alves (PMDB). O ministro saindo candidato a governador e ela ao Senado. Acho pouco provável essa composição. Garibaldi tem medo do efeito Orloff – Wilma seria a Rosalba amanhã.
Como as indefinições sobre quem será candidato a governador – exceto Robinson Faria (PSD) – continuarão até, pelo menos, janeiro, Wilma faz ronda pelo estado atrás de votos tendo no seu encalço a deputada Fátima Bezerra. Para a petista, seguro morreu de velho.
De certo mesmo é que com a saída do PSB do governo Dilma, dificilmente os petistas no Rio Grande do Norte aceitarão subir no mesmo palanque que os socialistas, no caso de uma eventual e pouco provável chapa entre Garibaldi (governo) e Wilma (Senado). Mas certo seria ou será Wilma concorrer a uma vaga à Câmara dos Deputados, independente da candidatura de Eduardo Campos ao Planalto. A conferir!
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