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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Notícias pouco alvissareiras para quem deseja sediar uma Copa
A imprensa nacional divulga hoje notícias nada alvissareiras para o Rio Grande do Norte. A Folha de S. Paulo, por exemplo, destaca que a Polícia Federal abriu inquéritos para apurar suspeitas de desvios de verbas na construção do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, um dos principais projetos de transportes para a Copa do Mundo de 2014.
Já o Estadão informa em suas páginas que o Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte está preparando uma denúncia contra Gledson Maia, que atuava como diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) no estado. Gledson, que é sobrinho do deputado João Maia (PR-RN), foi um dos suspeitos presos durante a Operação Via Ápia, da Polícia Federal, deflagrada em novembro do ano passado, que investigou uma suposta fraude no Dnit.
Como se observa, o Rio Grasnde do Norte dá a impressão que está mergulhado num mar de corrupção. Isso é péssimo, pois que Natal está se credenciando a ser uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014 a se realizar no Brasil. Afora as dificuldades encontradas pela prefeitura natalense conseguir junto a Caixa Econômica R$ 300 milhões para viabilizar as obras de mobilidade urbana, com o seu nome no Cauc (Cadastro Único de Convênios), por inadimplência, as denúncias agora de corrupção envolvendo uma obra de grande porte para a Copa, caso do aeroporto de São Gonçalo, leva a crê que os obstáculos são maiores do que se esperava para a realização do Mundial de Futebol em solo potiguar.
Por outro, a própria construção da Arena das Dunas está eivada de suposições. Das duas empresas crecenciadas no processo licitatório para a construção do novo estádio – Odebrecht e OAS – apenas a segunda se apresentou. A arena vai custar, de acordo com o Ministério do Esporte, R$ 413 milhões. Desse dinheiro, R$ 289 milhões deveriam ser obtidos junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), através da linha de financiamento Pró-Arena. Das oito cidades-sede que solicitaram o empréstimo ao banco, só duas ainda não receberam, Natal e Belo Horizonte.
É correto dizer que as notícias de desvio de verbas em obras do governo federal no Rio Grande do Norte – aeroporto de São Gonçalo e BR-101, caso do Dnit, ainda que essa última seja ainda do ano passado -, não chegam em boa hora para uma cidade que pretende ser uma das 12 sedes da Copa 2014.
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