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Alvo de ao menos 25 investigações entre elas associação criminosa, violência política, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) já tem indícios suficientes para que a Procuradoria Geral da República (PGR) o denuncie ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O próprio diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues já manifestou isso em entrevista recente à CNN Brasil . De acordo com ele,
existem indícios suficientes para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente denúncia contra Jair Bolsonaro citando os inquéritos sobre um suposto esquema de fraudes em dados de vacinação e no caso das joias sauditas.
“Nós já concluímos as investigações e as nossas conclusões foram nesse sentido. Quando a polícia indicia alguns investigados, a equipe da investigação, a autoridade policial que formalmente faz o indiciamento, é importante esclarecer, ela aponta”, disse Rodrigues.
Alvo de diversos processos, o líder da extrema-direita brasileira recentemente tentou pacificar sua relação com o Supremo Tribunal Federal e disse que não menciona ministros da corte em seus discursos, centrando suas críticas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Bolsonaro, que enfrenta inquéritos relacionados à fraude do cartão de vacina e à suposta apropriação indevida de presentes de luxo sob investigação da Polícia Federal, enfatizou sua distância dos ataques diretos ao tribunal. “Não defendo prisão de Alexandre de Moraes. Nem toco no assunto. Você não vê a palavra ‘Supremo’ na minha boca em nenhuma dessas minhas andanças. Não bato em [Rodrigo] Pacheco, [Arthur] Lira, no STF. Só bato no Lula”, afirmou.
No entanto, em um discurso na cidade de Caxias do Sul (RS) ele insinuou que poderia ser alvo de um suposto atentado. “Vocês estão acompanhando nas redes sociais o que aconteceu naquela tentativa de assassinato de Donald Trump. O Serviço Secreto foi negligente. Quando eu retornei ao Brasil, pela Presidência tinha direito a dois carros blindados, e Lula pessoalmente me retirou esses dois carros blindados. Eu tenho direito a oito funcionários. Os quatro que trabalhavam na minha segurança, por medidas cautelares, me tiraram. Até mesmo meu filho, o 02 [Carlos Bolsonaro], teve seu porte de arma negado pela Polícia Federal. Eles querem facilitar. Eles não querem mais me prender. Eles querem que eu seja executado. Não posso pensar em outra coisa”, afirmou.
Ou seja, Jair Messias Bolsonaro blefa quando insinua que tanto Lula quanto o STF, numa acusação indireta sem fundamento, diz que tanto o presidente Lula quanto membros do Supremo querem que ele seja executado. Na verdade, Bolsonaro joga para a “matilha” para se passar por “MÁRTIR”, não tem outra explicação.
Foto reproduzida da Internet
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