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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

por Carlos Alberto Barbosa
Vou repetir aqui um editorial do Blog, publicado ainda em 2009, dirigido especialmente àqueles que estão se sentindo incomodados com o que escrevo e publico neste espaço. Segue o texto:
Já disse uma vez e repito: Não faço jornalismo para agradar a ninguém e muito menos chapa branca. O problema é que fazer jornalismo sério incomoda muita gente. Ah, e como incomoda! Já trabalhei para vários governos. Atuei na assessoria de imprensa do primeiro governo José Agripino tendo como chefe o colega e amigo João Batista Machado, com quem depois atuei com ele na redação do Diário de Natal; trabalhei na assessoria de imprensa do segundo governo Garibaldi com o colega e amigo José Wilde Cabral e; pouca gente sabe mas fui assessor de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde na primeira administração Wilma de Faria na prefeitura de Natal. Fui assesor do Dr. Rui Faria, então secretário de Saúde com quem fiz uma grande amizade e se tornou meu cardiologista. Não me envergonho e nem me arrependo. Ao contrário, fiz grandes amizades. Mas jamais vendi a minha consciência. Vendi sim a minha mão-de-obra.
Quando fui incentivado por amigos a colocar um blog a primeira coisa que decidi foi não aceitar publicidade oficial. Não por querer ser melhor do que os outros, mas entendo que isso tira a sua independência e a sua isenção. O jornalista deve buscar a verdade, ser ético e exercer a vigilância sobre o poder, já dizia o grande jornalista Mino Carta. E isso não se pode fazer tendo uma publicidade oficial. Aliás, essa frase uso no meu blog como uma espécie de referencial. Sei que muitos não gostam da maneira como faço jornalismo. Paciência. Como já disse não estou aqui para agradar a ninguém, relato apenas os fatos e analiso sob a minha ótica. Quem discordar é um direito. Só não aceito insinuações.
Acredito no jornalismo sério, sem amarras, embora isso aparentemente possa ser utópico. Mas estou convicto de que a internet está proporcionando isso. Mesmo que de forma isolada existe sim o jornalismo independente de grupos políticos e econômicos. O problema está no fato de que quando os interesses são contrariados há aqueles que se arvoram e criticam esse tipo de jornalismo. Mas não se preocupem, continuarei aqui vigilante mesmo contrariando os interesses, afinal sou patrão de mim mesmo e não devo nada a ninguém. Graças a Deus!
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