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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Leitor do blog adiantou suspeitas sobre desvios

Dias atrás recebi o seguinte e-mail de um leitor do blog identificado por seridó:

– Ajude a divulgar, para defendermos o uso do dinheiro público.
O 1º Batalhão de Engenharia de Construção está envolvido numa série de denúncias de irregularidades, tanto na duplicação da BR 101, quanto na construção do Aeroporto de São Gongalo do Amarantes. As irregularidades são feitas da seguinte forma: o Batalhão contrata uma empresa, realiza parcialmente ou até totalmente o serviço contratado, porém paga integralmente como se a empresa estivesse executado. Exemplos: o Batalhão contratou o asfalto do aeroporto de São Gonçalo, mas era produzido pela própria usina do Batalhão; contratou uma empresa para fazer a drenagem, mas colocava soldados para executarem, e etc. Essas denúncias estão sendo apuradas pelo Ministério Público Militar através do inquérito policial militar da 7ªCJM número 35/11. A situação é grave, porque apesar das denúncias os contratos continuam vigentes.

Pois muito bem: Nesta quarta-feira (30) a Folha de S. Paulo publicou reportagem (reproduzida neste espaço) dizendo que a Polícia Federal abriu três inquéritos para apurar as possíveis irregularidades e que o caso também é investigado pelo Ministério Público Militar, que apura a suspeita de participação de oficiais em possíveis desvios. Em ofício enviado à PF, a procuradora Cibele da Fonseca, da Procuradoria da República no Rio Grande do Norte, pediu investigação da suposta prática do crime de peculato (desvio praticado por servidor público).

Ela investigou quatro licitações do Exército vencidas pela empresa Pedreira Potiguar entre 2008 e 2010.

As principais suspeitas estão ligadas a uma concorrência de R$ 13,2 milhões, feita pelo 1º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção) do Exército em 2008, para o fornecimento de asfalto usado nas pistas de pouso e nos pátios do aeroporto. Já foram pagos R$ 12,6 milhões.

A empresa negou qualquer irregularidade, e o Exército disse que não se manifestaria durante a investigação.

Obs do blog: Cheguei a publicar o seu comentário num post aqui neste espaço na última sexta-feira (15). Não dei destaque por se tratar de uma denúncia grave e teria que apurar primeiro a veracidade. Agora o caso vem a tona através da Folha, o que comprova o que o leitor do blog já havia adiantado. Quem quiser conferir é só clicar em Dilma quer vinculação de emendas a projetos

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