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Carlos Bolsonaro aproveitou diárias de hotel pagas com cartão corporativo da Presidência da República para trabalhar em home office em Brasília durante a pandemia.
Reportagem do portal UOL [1]apurou que foram ao todo 11 diárias em março de 2021 que custaram R$ 2.300 aos cofres públicos. Neste mesmo período, enquanto atuava de maneira remota na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, ele foi às redes sociais criticar o isolamento social contra o coronavírus.
Carlos Bolsonaro não tinha cargo formal no governo, mas era figura frequente em reuniões e eventos do governo federal. Ele recebe atualmente salário líquido de R$ 14 mil na Câmara do Rio, apesar de estar nos EUA e não dar algum indicativo de seu retorno ao país, pois teme ser preso. Ele é investigado por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
O seu temor, inclusive, ganhou traços de paranóia: Segundo a jornalista Juliana Dal Piva, um acidente ocorrido em novembro do ano passado, após a derrota do pai para Lula nas eleições, alimenta ainda mais a paranoia de Carlos. Ele teria ficado preso no elevador da Câmara Municipal entre o nono e o sétimo andar. Embora o próprio legislativo carioca diga que se tratou de uma falha normal e que o elevador “ficou parado entre dois andares por alguns minutos, e logo voltou a funcionar”, Carlos fantasia a tese de que foi vítima de um suposto atentado.
Foto reproduzida da Internet