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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no portal Brasil 247
Carlos Bolsonaro aproveitou diárias de hotel pagas com cartão corporativo da Presidência da República para trabalhar em home office em Brasília durante a pandemia.
Reportagem do portal UOL apurou que foram ao todo 11 diárias em março de 2021 que custaram R$ 2.300 aos cofres públicos. Neste mesmo período, enquanto atuava de maneira remota na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, ele foi às redes sociais criticar o isolamento social contra o coronavírus.
Carlos Bolsonaro não tinha cargo formal no governo, mas era figura frequente em reuniões e eventos do governo federal. Ele recebe atualmente salário líquido de R$ 14 mil na Câmara do Rio, apesar de estar nos EUA e não dar algum indicativo de seu retorno ao país, pois teme ser preso. Ele é investigado por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
O seu temor, inclusive, ganhou traços de paranóia: Segundo a jornalista Juliana Dal Piva, um acidente ocorrido em novembro do ano passado, após a derrota do pai para Lula nas eleições, alimenta ainda mais a paranoia de Carlos. Ele teria ficado preso no elevador da Câmara Municipal entre o nono e o sétimo andar. Embora o próprio legislativo carioca diga que se tratou de uma falha normal e que o elevador “ficou parado entre dois andares por alguns minutos, e logo voltou a funcionar”, Carlos fantasia a tese de que foi vítima de um suposto atentado.
Foto reproduzida da Internet
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