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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Blog do Valdo Cruz
A nova operação da Polícia Federal (PF) sobre o banco Master vai reforçar a decisão do Banco Central deliquidar a instituição de Daniel Vorcaro, e mostrar que as supostas fraudes praticadas pelo banco podem ser mais graves do que o já revelado.
A segunda fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira (14), tem como alvo, além de Vorcaro, parentes dele, o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos.
Segundo investigadores, a suspeita é que o Master captava recursos no mercado e acabava desviando esse dinheiro por meio de fundos para laranjas ligados a Daniel Vorcaro (saiba mais abaixo).
O banqueiro nega irregularidades e diz que está à disposição da Polícia e do Supremo Tribunal Federal (STF) para qualquer tipo de esclarecimento.
A operação de hoje foi autorizada pelo ministro Dias Toffoli, afastando as especulações de que as investigações poderiam ser paralisadas ou bloqueadas depois que elas foram transferidas da Justiça Federal para o STF.
Toffoli chegou a marcar uma acareação entre Daniel Vocaro e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa antes mesmo da tomada de depoimentos.
Nova fase da Compliance Zero
A PF está nas ruas hoje em duas frentes. Aprofundar a investigação sobre a venda de carteiras de crédito falsas do Master para o BRB, que pode ter provocado um prejuízo ao banco público do governo do Distrito Federal acima de R$ 4 bilhões.
E apurar desvio de recursos do Master por uma intrincada operação que fazia o dinheiro passear por diversos fundos até ser direcionado a laranjas que seriam ligados a Daniel Vorcaro.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou a dizer que o caso Master pode envolver as maiores fraudes bancárias da história do país.
A PF quer saber, por exemplo, onde recursos tomados como empréstimo no banco foram parar por meio de um passeio por vários fundos. Há empréstimos na casa de milhões tomados por empresas com capital de apenas R$ 5 mil, que foram usados para comprar ativos podres e tiveram como destino final laranjas do esquema.
Em relação às reclamações de Daniel Vorcaro, de que ele estava com uma proposta de compra do seu banco por investidores árabes, os investigadores destacam que até hoje não foram divulgados os nomes destes investidores que estariam dispostos a adquirir a instituição em novembro passado.
Foto reproduzida da Internet
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