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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

O jornalismo brasileiro está viciado em reportagens com ilações e baseado na teoria do domínio do fato. A revista Veja é expert nisso e faz escola. Veja – sem trocadilhos – agora a IstoÉ que vai circular nas bancas neste fim de semana. A publicação, que assim como a Veja, sua concorrente, há muito deixou de ser uma revista séria para se transformar num folhetim de reportagens com ilações.
IstoÉ, já publica em seu site a reportagem de capa do fim de semana sob o título “A delação de Delcídio”, onde diz que revelações do senador à força-tarefa da Lava Jato foram obtidas pela revista e que complicam de vez a situação da presidenta Dilma e comprometem Lula.
Interessante é que no mesmo dia em que a reportagem foi ao site da publicação, o próprio senador Delcídio divulgou nota desmentindo o teor da reportagem. Segundo a nota, “não conhecemos a origem, tampouco reconhecemos a autenticidade dos documentos que vão acostados ao texto. Esclarecemos que em momento algum, nem antes, nem depois da matéria, fomos contatados pela referida jornalista para nos manifestarmos sobre fidedignidade dos fatos relatados”.
Por sua vez, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) tenha feito acordo de delação premiada: “não sei nem se ele fez delação… Ele vai fazer?”, ironizou; Janot afirmou aos jornalistas que não discute “ato jornalístico, que não é jurídico”; vale lembrar que se tivesse havido delação, ela teria sido feita à Procuradoria Geral da República, uma vez que Delcídio é parlamentar e tem foro privilegiado; Janot confirmou esse fato: segundo ele, caberá à PGR, caso haja delação, tomar o depoimento de Delcídio ou de outro parlamentar que venha a fechar acordo de colaboração na Lava Jato; Janot falou após participar da solenidade de posse do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, no Palácio do Planalto.
Pois muito bem, caro leitor: não quero aqui discutir se a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula estão envolvidos na Lava jato, como muitos apostam. Sou daqueles que pensam que até prova em contrário os dois não têm culpa no cartório. O que não se pode aceitar é a teoria do domínio do fato.
A conferir!
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