Está no Estado de S. Paulo
Corregedor-geral do Tribunal de Justiça paulista, o desembargador José Renato Nalini assumirá no dia 2 de janeiro o comando da mais alta corte do Estado com um discurso que mescla combate “sem tréguas” à corrupção e defesa dos benefícios pagos aos magistrados.
Para ele, extras recebidos por colegas são legítimos. “O pagamento de verbas atrasadas e legítimas não deveria ser considerado extraordinário”, diz o novo presidente do TJ.
Entre 2006 e 2010, um bloco de 41 magistrados recebeu quantias superiores a R$ 100 mil em benefícios. Foram depositados R$ 7,13 milhões nas contas de juízes e desembargadores por férias e licenças-prêmio não tiradas a seu tempo. Alguns tiveram seus contracheques turbinados em mais de R$ 1 milhão. Eles receberam antecipadamente, à frente de outros credores, procedimento que abriu forte crise na instituição.
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