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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Blog da Sandra Cohen, no g1
O linguajar chulo e inflamado do presidente Donald Trump, em novo ultimato ao Irã no domingo de Páscoa, denotou mais desespero do que ameaça, indicando que a dependência da economia dos EUA do Estreito de Ormuz é maior do que ele admite. Os palavrões proferidos pelo presidente por meio de redes sociais ultrapassaram os parâmetros de sua habitual retórica.
“Terça-feira será o Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte, tudo em um só, no Irã. Nunca haverá nada igual!! Abram essa porra de estreito, seus bastardos malucos, ou vocês vão viver no inferno. Vocês vão ver! Louvado seja Alá”, escreveu o presidente.
Em tempos de guerra e de Páscoa, a mensagem espalhou rapidamente o alarme entre políticos e especialistas jurídicos e militares, num sinal de que Trump extrapolou barreiras e foi além do que costuma ir, em sua ânsia para pôr fim à guerra e declarar vitória.
Além do tom vulgar, a mensagem do presidente insinuava o propósito de cometer crimes de guerra, ao ameaçar atacar a infraestrutura civil do Irã. Como explicou o ex-procurador federal Ankush Khardori, analista jurídico da MS NOW e do Político, a declaração de Trump poderia ser interpretada como um sinal de intenção ilegal.
“Esta é uma comunicação historicamente terrível. É o tipo de coisa, lamento dizer, que se esperaria ver apresentada, no futuro, em um tribunal de crimes de guerra”, resumiu.
Foto reproduzida da Internet
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