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Um quase exílio em Paris por causa de uma mala
Numa turnê pela Europa com a família, eu minha esposa Valéria, minha filha mais nova, Luma, meu genro, João Victor, e seus pais, quase fico exilado na França, aliás, eu e minha mulher.
Estávamos em Strasburgo, num tour de dois dias e retornando para Paris. O trem de volta para a capital francesa partia às 14h00. O hotel que ficamos dava de frente para a estação de trens. Por volta de meio dia combinamos de ir almoçar num restaurante próximo. Deixamos a bagagem na recepção do hotel, toda checada pela recepcionista e com o chekaut.
Por voltas das 13h retornamos ao hotel para pegar as nossas malas e irmos para a estação. Checa daqui, checa dali e nada de encontrarmos uma das nossas malas, justamente a que estava guardado o meu passaporte e o da minha esposa. A mala tinha cor azul, inconfundível. A hora passando e nada de encontrar essa mala. A recepcionista já estava nervosa. Os pais do meu genro foram na frente para a estação pra ficar monitorando a saída do trem e nos avisar com antecedência para a primeira chamada.
Como não se encontrava a mala e a hora avançando da partida do trem, decidimos deixar o nosso contato com a recepcionista para, caso encontrasse a mala, nos avisar que dávamos um jeito de retornar de Paris naquele dia mesmo, já que o nosso voo para Lisboa estava marcado para o dia seguinte. Mas, sem os passaportes eu e Valéria não podíamos sair de Paris. Na nossa cabeça já pensávamos no dia seguinte ir à Embaixada brasileira relatar o ocorrido e tomar as providências como acionar o seguro contra o hotel e podermos retornar ao Brasil. Embarcamos no trem já com este pensamento.
Ocorre que na saída do trem de Estrasburgo para Paris, a recepcionista liga para o meu genro. O trem já fechando as portas, não dava mais tempo de sair. Aí, veio a ideia de meu genro e minha filha fazerem um bate volta para pegar a mala no hotel, sem o que eu e minha esposa teríamos que fazer um exílio forçado em Paris. Uma viagem de duas horas. Assim que o trem chegou a Paris, o meu genro e a minha filha compraram a passagem de volta para Strasburgo para pegar a mala azul. Meu genro ainda fez o hotel pagar as passagens de ida e volta dele. Por volta das 23h eles chegaram com o resgate da mala azul. Que alívio!
Foto: Arquivo pessoal
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