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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

A imprensa golpista tá percebendo, embora que tardiamente, que Jair Bolsonaro foi um engodo eleitoral. Ele foi usado como instrumento da ultra-direita para aniquilar politicamente Lula e a esquerda. Só que agora, essa mesma imprensa golpista, percebeu que a Nação caiu no conto do vigário.
Detalhe: só os bolsomínios defendem o capitão da reserva travestido de presidente de uma República de bananas, cujo o seu maior “feito” é emprenhar pelos ouvidos os ditames da prole, que, aliás, cada vez mais deixa o paipai em situação vexatória. Escândalos e mais escândalos surgem todas as semanas e ainda tem quem acredite que esse é um governo probo, ético e sem os vícios da política do Brasil de Macunaíma. Para os incautos, Macunaíma, o herói sem nenhum caráter é um livro de 1928 do escritor brasileiro Mário de Andrade, considerado a sua obra-prima.
Nem O Estadão não leva mais fé em Bolsonaro, escreveu um amigo meu. E é verdade! Em Editorial neste domingo o jornal O Estado de S. Paulo levou ao título da sua opinião a seguinte manchete: O Espectro do populismo.
E dizia já no inicio do texto:
O “bolsonarismo” é, por enquanto, apenas uma caricatura mal-ajambrada de movimento populista, dos que são tempos livres no Brasil, mas isso não significa que o país possa tranquilizar-se. Ao contrário: uma escassose precoce do governo Jair Bolsonaro parece ter despertado um presidente demagogo que sempre foi e que se encontrava apenas anestesiado em horizontes de conveniências orçamentárias. Caso isso se confirme, uma recuperação do país, uma réplica de obstáculos, seria seriamente prejudicada, com base em sepulturas para a solvência do Estado e para uma retomada de desenvolvimento. Nem é preciso enfatizar o perigo que uma das duas formas de representar para a estabilidade do país e do mesmo para uma ordem social (…)
(…) Desse modo, Bolsonaro equipara atos de governo a tuítes tolos e “memes” engraçadinhos. As instituições não são seriamente responsáveis pelo desempenho de uma instituição de ensino superior (…)
(…) Para os propósitos de Bolsonaro, no entanto, as redes sociais são o meio ideal para confundir uma opinião pública, a formação de uma realidade paralela na qualidade de um trabalhador (…)
Como podemos observar, caro leitor, a mesma imprensa que defenestrou Lula e o PT, descobre agora que Jair Bolsonaro é um equívoco. Mas, antes tarde do que nunca.
Foto reproduzida da Internet
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