O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal do jornal Extra
A Anistia Internacional repudiou nesta quinta-feira as atitudes da Polícia Militar do Paraná e do governador do estado, Beto Richa, pelo que considerou uma “repressão violenta” à manifestação realizada por professores em greve na quarta-feira em frente à Assembleia Legislativa em Curitiba. Mais de 200 pessoas ficaram feridas, oito em estado grave, segundo a prefeitura da cidade.
Em nota, o diretor-executivo da Anistia Internacional Brasil, Atila Roque, pediu que a ação da polícia na manifestação seja investigada “de forma célere e independente”. A organização também pede que o governador e o comando da polícia assumam total responsabilidade pelo “uso desproporcional da força”.
“A polícia não age por conta própria e as falas das autoridades mostram que, para o governo, a ação policial foi adequada. Isso é uma agressão à liberdade de expressão e ao direito à manifestação pacífica”, afirmou Roque no texto.
A polícia usou balas de borracha, bombas de gás lacrimogênio, spray de pimenta e jatos de água e cachorros para dispersar a manifestação, que reuniu cerca de 20 mil pessoas, segundo os organizadores do protesto. A nota ainda afirma que há informações que 17 policiais foram presos por se recusarem a reprimir a manifestação. A informação não foi confirmada pelo governo paranaense.
“A falta de investigação e responsabilização por estes abusos é como uma carta branca para o contínuo uso desses instrumentos”, afirma um trecho da nota.
Atila Roque também pediu urgência na regulamentação do uso das armas não letais pelas polícias do país e relembrou os casos de violência policial ocorridos nos protestos de 2013 e no ano passado, durante a Copa do Mundo. “O uso desse armamento tem sido feito de maneira desproporcional e abusiva pelas forças de segurança no Brasil, com vítimas entre manifestantes e jornalistas”, ressaltou Roque.
Deixe uma resposta