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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Estado de S. Paulo
Sem projeto e sem propósito. É assim que o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, define a economia brasileira hoje. O empresário, dono da maior rede de moda do país, atrás da C&A e da Renner, atribui a crise que se instalu no país à política do primeiro mandato da presidente Dilma Ruosseff.
E fala, abertamente, que a atual gestão da presidente cria dois cenários na economia: “um é o de uma agonia curta, com impeachment. O outro de uma agonia longa, cumprindo três anos e meio da mandato”. Em sua opinião, é urgente uma “cirurgia profunda” no Estado brasileiro, que vai muito além do ajuste fiscal, algo que o governo atual não tem condições ou vontade de fazer.
Foto reproduzida da internet
Leia a entrevista completa clicando aqui
o empresário se equivoca ha sua avaliação, o grande problema da economia brasileira tem como causa crise econômica mundial e aos poucos deve melhorar, mas para que ocorre essa melhora no cenário econômico será necessário o esforço de todos, inclusive dos empresários, que só visam o lucro e aproveitam da fase boa, mas quando o arrocho chega ninguém admite diminuir o lucro em benefício da estabilidade do País. No que se refere ao impeachement da presidente não há nenhum fundamento jurídico que possa embasar tal ato anti-democrático, o que tais tentativas sejam caracterizadas como golpe contra a vontade popular que elegeu a presidenta. tais atitudes vindo do mundo empresarial mostra que o governo do PT está no caminho certo, pois sempre trabalhou em benefício da classe trabalhadora e dos mais humildes, propiciando a inclusão social como nunca visto antes na história deste país. É por esses motivos que os ricos, que sempre foram beneficiados com as nossa riquezas, não aceitam dividi-las com os mais pobres e tentam de todas as formas apear o governo de esquerda do poder, mas podem que LULA está vivo e forte e em 2018 nós vamos elegê-lo novamente presidente do Brasil para a nossa nação possa continuar coma a política social mais justa de sua história.