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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O desentendimento entre Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, evidenciado pela publicação de um vídeo pela primeira-dama nas redes sociais, trouxe à tona um histórico de conflito familiar envolvendo o clã Bolsonaro.
No último episódio do podcast O Assunto, Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo e da rádio CBN, relembrou que não é a primeira vez que Jair Bolsonaro prioriza politicamente um dos filhos em detrimento da companheira.
Em 2000, Jair Bolsonaro exercia seus primeiros mandatos como deputado federal pelo Rio de Janeiro e passava pelo processo de separação de Rogéria Bolsonaro, mãe de Carlos, Flávio e Eduardo Bolsonaro.
Rogéria era vereadora e disputava a reeleição para um terceiro mandato na Câmara Municipal do Rio. Em vez de apoiar a então esposa, Bolsonaro lançou Carlos, que tinha 17 anos, para disputar contra própria mãe.
Carlos foi eleito e Rogéria não conseguiu se reeleger.
“De certa forma, é a mesma coisa que está acontecendo agora, com a diferença de que Michelle nem mãe dos filhos de Jair Bolsonaro é. Do ponto de vista dos irmãos, parece que, desde o começo, já estava claro que ela seria preterida nessa disputa”, afirmou Franco.
Política em família
Para analistas, o projeto político de Jair Bolsonaro sempre teve um caráter familiar, com os filhos Flávio, Carlos e Eduardo desde sempre sendo preparados para sucedê-lo no poder.
Um dos episódios mais simbólicos dessa dinâmica ocorreu na posse presidencial de 2019, quando Carlos Bolsonaro acompanhou o casal presidencial, Jair e Michele, no desfile em carro aberto. O gesto reforçou a posição dos filhos como os principais herdeiros políticos do então presidente.
No entanto, a ascensão de Michelle Bolsonaro como liderança dentro do bolsonarismo, especialmente após sua passagem pela Presidência, não fazia parte desse plano e acabou alimentando disputas internas por espaço.
“A Michelle hoje é uma dirigente partidária. Ela comanda o PL Mulher e tem uma grande verba partidária para viajar pelo país e promover atos de filiação. De fato, ela trabalha não apenas para se eleger senadora pelo Distrito Federal, mas também para construir uma bancada própria, formada por mulheres e por mulheres evangélicas”, afirma Bernardo Mello Franco;
” Portanto, por trás de Michelle há um projeto político próprio, que disputa espaço com o projeto político dos filhos de seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro”, disse.
Foto reproduzida da Internet
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