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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Terrorista apontado como mentor de ataques em Paris morreu em operação

Está no G1

O belga Abdelhamid Abaaoud, apontado como mentor dos ataques terroristas de Paris, está morto, informou nesta quinta-feira (19) a Procuradoria de Paris. No total, 129 pessoas morreram e mais de 350 ficaram feridas nos atentados. O Estado Islâmico reivindicou sua autoria.

Abaaoud morreu durante operações da polícia francesa em Saint-Denis nesta quarta-feira (18) – seu corpo foi encontrado dentro do apartamento onde ocorreu a ação policial.

Comunicado da procuradoria de Paris informou nesta manhã que ele foi identificado por meio de amostras de DNA retiradas de sua boca.

Segundo a emissora CNN, Abaaoud seria próximo do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, e provavelmente era a ligação entre a liderança do grupo jihadista e seus integrantes na Europa.

O Exército francês havia tentado matar Abaaoud antes dos atentados, em outubro, durante bombardeios contra um campo de treinamento do Estado Islâmico para combatentes estrangeiros em Raqqa, na Síria, segundo fontes francesas.

Operação
Além de Abaaoud, uma mulher-bomba morreu na ação em Saint-Denis nesta quarta, e oito pessoas foram presas. A operação foi feita para buscar o suspeito.

As forças de segurança chegaram até o apartamento em Saint Denis após interceptações telefônicas. De acordo com a procuradoria de Paris, o grupo estaria pronto para a agir novamente. Eles programavam um ataque à La Defense, centro econômico de Paris, segundo a Reuters.

Perfil
Abdelhamid Abaaoud nasceu em 1987 no bairro de Molenbeeck, subúrbio de Bruxelas. Ele é conhecido como Abu Omar Susi, nome da região do sudoeste de Marrocos de onde sua família é originária, ou Abu Omar al Baljiki (Abu Omar ‘o belga’).

“Era um menino estúpido”, que assediava colegas e professores e era detido por roubar carteiras, relatou, sob condição do anonimato, um ex-colega de turma ao tabloide belga La Dernière Heure.

Suspeito-chave destes ataques, Salah Abdeslam, ativamente procurado pela polícia, que também residiu em Molenbeeck, e seu irmão Brahim, que detonou os explosivos que levava junto ao corpo na sexta-feira, em Paris, conheciam Abaaoud.

Todos os três têm antecedentes criminais, segundo a polícia belga.

Não é a primeira vez que o nome de Abu Omar ‘o belga’ aparece em uma investigação. No início de 2014, ele estampou as capas dos jornais belgas por ter levado para a Síria o seu irmão Yunis, de 13 anos, apelidado de “o jihadista mais jovem do mundo”.

Pouco depois, apareceu em um vídeo de propaganda do EI, com uma barba pré-púbere e um turbante do tipo afegão. Diante da câmera, na direção de uma caminhonete que arrasta corpos mutilados, Abaaoud se diz orgulhoso de cometer atrocidades.

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