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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Enquete realizada pelo Blog sobre se o leitor acha que o Brasil vai superar a crise econômica e política em 2017, revelou que para 86% das pessoas que participaram da avaliação não, o país não vai sair dessa crise este ano, e apenas 14% acreditam.
A enquete não surpreendeu. O brasileiro está cético quanto a superação da crise econômica e política que assolou o país de dois anos pra cá. Não pra menos este ceticismo.
O desemprego subiu para 12% no quarto trimestre de 2016, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por meio da pesquisa Pnad Contínua. Esse é o maior índice da série histórica do indicador, iniciada em 2012. No ano de 2016, a taxa média de desocupação ficou em 11,5%.
No trimestre de outubro a dezembro, o Brasil tinha 12,3 milhões de pessoas desocupadas. O número representa um aumento de 2,7% em relação ao trimestre de julho a setembro e de 36% na comparação com o último trimestre de 2015.
A crise econômica que por tabela é também reflexo da crise política que o Brasil hora passa, com denúncias de políticos e empresários em desvio de dinheiro e a incerteza da Lava Jato, leva a que até o setor empresarial, que apostou numa melhora na mudança de governo, não leve muito a sério no que o governo Temer diz.
Veja o que disse o presidente da Whirlpool, multinacional americana dona das marcas Brastemp e Consul e líder no mercado de linha branca no Brasil, João Brega, ao jornal O Globo. “Na foto, o Brasil não está bem. Mas no filme está”, diz presidente da Whirlpool, dona da Brastemp e Consul
A Whirlpool está se preparando para a crise econômica desde 2014. Prevendo um cenário recessivo, a empresa cortou custos e reduziu em 20% seu número de funcionários para enfrentar um mercado menor. A perspectiva de João Brega, é de que a economia brasileira chegou ao fundo do poço, ficará estagnada este ano e só voltará a crescer somente no segundo semestre de 2018.
A conferir!
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