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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

por Carlos Alberto Barbosa
Início o texto dizendo logo o que significa sofisma para que não pairem dúvidas: argumento ardiloso, aparentemente correto, que pretende induzir o erro, enganar ou silenciar o oponente, diria até capcioso.
E por que estou dando estas explicações, diriam alguns leitores. Dou as explicações para dizer que quando falei em editorial que “Por muito menos Collor e Dilma sofreram impeachment” e por isso o “Fora Bolsonaro” (clique aqui para ler), não estou exagerando, até porque, no caso de Dilma, todos sabemos o seu impedimento de governar foi única e exclusivamente político. Aliás, o próprio ex-presidente Michel Temer, numa entrevista no programa Roda Viva deslizou e usou a palavra golpe (clique aqui para ler). Nenhum dos atos apontados na peça que acusava Dilma de ter cometido pedaladas fiscais constituía crime de responsabilidade. Falta de apoio parlamentar, este sim a levou ao impeachment, o que Bolsonaro tá tentando fazer agora se aproximando do “Centrão” para se livrar de um possível impeachment, embora diga que não faz a “velha política”, do toma lá da cá. Há quem acredite!
Insinuações capciosas de que “interferir em investigações da Polícia Federal é mais grave que pedalada fiscal”, no contexto em que o ex-juiz e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, falou em coletiva à imprensa, quase que uma delação premiada, é sim, não só grave é gravíssimo, como citei no editorial do Blog. Já disse e repito, o ódio ao PT pode virar um transtorno psíquico.
Ademais, o próprio ex-super-ministro também incorreu no mesmo erro que seu ex-patrão, ou seja, interferiu nas ações da Policia Federal quando aparelhou a instituição para impedir um habeas corpus dos advogados do ex-presidente Lula para soltá-lo da cadeia. Como juiz, Sergio Moro ligou para o mesmo Valeixo, agora exonerado da Polícia Federal pelo presidente Bolsonaro, para impedir o cumprimento do habeas corpus concedido a Lula por Rogério Favretto naquele 8 de julho de 2018.
Certamente os que defendem Bolsonaro, um presidente homofóbico e fascista a ponto de ter como seu ídolo o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra – já falecido – e que vêem em Moro uma pessoa idônea, são incapazes de enxergar que atos desta natureza são considerados improbidade e que, portanto, no caso de Jair Bolsonaro, já faz por si só merecer um impeachment, e no caso de Moro jamais era pra ter sido indicado ministro, ainda mais da Justiça. Mas todos, da mesma forma, sabemos o porquê de sua indicação.
Alguma dúvida ou preciso desenhar?
Foto reproduzida da Internet
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