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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
Uma nova reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou detalhes da última tentativa do governo Bolsonaro de liberar as joias apreendidas pela Receita Federal. As peças foram avaliadas em R$ 16,5 milhões e seriam um presente do governo saudita para a então primeira-dama Michelle.
O jornal diz que no dia 29 de dezembro do ano passado, o servidor da Receita Marco Antonio Lopes Santanna recebeu, na base Aérea de Guarulhos, em São Paulo, a visita, em caráter de urgência, do primeiro-sargento da Marinha Jairo Moreira da Silva.
Segundo a reportagem,
Essa foi a última de oito tentativas de o governo Bolsonaro de liberar as joias, envolvendo Receita, Planalto, Itamaraty e o Ministério de Minas e Energia.
Bento Albuquerque também apresentou um recibo dos presentes, mas o documento com data de 29 de novembro de 2022, não inclui as peças de diamantes. A foto mostra apenas objetos masculinos: relógio, caneta, abotoaduras, anel e um tipo de rosário.
De acordo com Bento Albuquerque, essa segunda caixa passou pela alfândega sem problemas. A caixa ficou sob a guarda do Ministério de Minas e Energia por mais de um ano. Só no fim do mandato de Bolsonaro é que o presente foi entregue ao acervo do Palácio do Planalto, que não informou se os itens permanecem no acervo.
A entrega dessa caixa ao Palácio feita por Antonio Carlos Ramos, ex-assessor do ministro Bento Albuquerque, como mostra esse documento.
À TV Globo, o assessor disse que não sabe por que as joias ficaram mais de um ano no Ministério de Minas e Energia.
A lei determina que presentes recebidos pelo presidente da república de outros chefes de estados sejam declarados de interesse público para compor o patrimônio cultural brasileiro.
À CNN, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse: “Estou sendo acusado de um presente que eu não pedi, nem recebi. não existe qualquer ilegalidade da minha parte. Nunca pratiquei ilegalidade”.
O Sindicato Nacional dos Fiscais da Receita Federal afirmou que o procedimento adotado pelo auditor-fiscal é padrão, e classificou como exemplar a atuação dele.
O auditor-fiscal Marco Antônio Lopes Santanna não quis se manifestar.
Nós não conseguimos contato com Julio Cesar Vieira Gomes, Jairo Moreira da Silva e Marcos André dos Santos Soeiro.
Imagem reproduzida da Internet
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